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BAIXAR MEXE O CORPINHO PRA MIM


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Video de uma putinha dos Barra — Realmente, com a actual crise de vocações, custa a crer que a igreja demita um padre… é preciso que ele tenha feito algo de muito grave. Barra — Talvez ele tenha querido continuar a dizer a missa em latim ou alguma coisa do género. Coronel Farto — Voltando ao assunto da velha… o senhor, como seu advogado, deve saber alguma coisa. Coronel Farto — Ainda assim, tenho quase a certeza de que ele sabe onde é que ela encafuou o dinheirinho.

Eu é que o vou confessar, você vai ver…. O Coronel começa a abrir e vasculhar algumas gavetas e o advogado imita-o. Sérgio Grude regressa à sala acompanhado do Padre Santos. Padre Santos — Tenhamos confiança, meus filhos.

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António e Clara regressam. O Coronel larga o colarinho do padre e os outros dois, apanhados em falta, param de vasculhar. Barra — Oh meus queridos amigos, íamos agora mesmo ter convosco. Apresento-me: Doutor Barra, advogado. Ele apoia numa tecla do seu telemóvel e começa a tocar o telemóvel do Coronel, no seu bolso. Coronel Farto — Padre, quer acompanhar-me? Vamos até ao terraço… tenho uma perguntinha a fazer-lhe. Uma espécie de caso de consciência…. O Coronel tem um temperamento um pouco agressivo.

Quando fala de Teologia com o padre Santos tem tendência a inflamar-se um pouco…. Clara dirigindo-se à Dra. Bordalina — A senhora conhece bem o Padre Santos? Bordalina — Os padres raramente consultam psicólogos. António — É verdade… É o que aconteceu com a minha tia Lazarina.

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Ao longo do tempo, à medida que o corpo se decompõe, pesa menos e acaba por vir à superfície. António — Mas também nunca me falaste disso. Bordalina — Resigne-se, meu pobre amigo. Clara — O padre sabia que eu tinha antepassados judeus… e disse-me que podia fechar os olhos se eu também fechasse os meus…. Coronel Farto curvando-se frente à baronesa — Senhora baronesa, os meus respeitosos cumprimentos. Um coronel? Só se fosse muito novo…. Coronel Farto — E se fossemos felicitar a senhora dona Graziela Forte pela maravilhosa sangria que fez?

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Barra — Todos sabem que ela sempre se recusou a partilhar o segredo da sua sangria. Coronel Farto — Caro doutor, esquece-se que eu fiz a guerra na Guiné. António — Mas o principal é que deve mesmo haver um tesouro nesta casa. Tu viste? Estavam todos a vasculhar as gavetas. Clara — Nem penses nisso.

E começam ambos a vasculhar tudo. A dona Idalina, porteira, regressa. Idalina — A Sra. Lazarina… O que é que eu posso dizer… Durante os trinta anos em que semanalmente também fiz a limpeza em casa dela, nem uma gorjeta me deu.

Saem os dois. Joe regressa e põe-se a vasculhar a sala.

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É interrompida pela chegada da porteira. Joe — Decididamente aquele parapeito parece-me perigoso. Era bom que os senhores tratassem do assunto… Eu dou uma palavrinha à administradora do prédio. Graziela — Seja o que for que se tenha passado temos que tratar de esconder o corpo.

Por agora podemos pô-lo na cave… depois logo se vê. Barra — Fui eu mesmo que lhe sugeri que o fizesse. E ela garantiu-me que o tinha feito. Barra — É evidente que, a existir, esse testamento poria em causa a herança deste sobrinho afastado. Idalina — O que é que o senhor pensa? Olham todos à volta da sala, perplexos, sem repararem no quadro que ocupa um lugar de destaque numa das paredes.

E recomeçam a vasculhar. Chega Melissa Grude. Nem sequer conheciam a Lazarina. António — Sim, mas somos do mesmo sangue. E lei é lei. Clara — E vocês todos? Só tomavam conta dela na esperança de que os vossos nomes constassem do testamento. Graziela — A sua tia detestava os esquerdistas… ela nunca deixaria os seus bens a pessoas como vocês. Quer acabar como a sua tia? Barra — Acho que a Senhora Dona Melissa abusou da sangria… Se o seu marido a levasse para o terraço para apanhar um pouco de ar….

Sérgio Grude sai levando a sua mulher. A Dra. Bordalina regressa e serve-se de sangria. Barra — Bem, acho que devemos acalmar um pouco. Afinal estamos todos aqui para celebrar a chegada dos vizinhos e a memória da nossa querida Lazarina. António —Trabalho para uma editora. Sou director de um sector que edita guias de viagem. António — Deve saber que podemos escrever romances policiais sem ser polícia ou vadio.

Clara — Infelizmente, hoje em dia, até se podem escrever romances sem se ser romancista. Clara — Claro. Clara ao ouvido de António — Com uma pergunta daquelas o que querias que respondesse? Sara Curado — O mesmo se passa com os médicos. Imaginem só que o meu é preto…. Sara Curado — E passa-se o mesmo com os padres. Barra — Ou até mesmo ser católico.

Graziela — Poder-se-ia até dizer um acidente doméstico seguido de um erro médico. António — Ou até destrui-lo e fazer de conta que este testamento nunca existiu; seria mais seguro. Clara sai para o corredor. Ela deve estar no terraço. Clara — Uma maneira de se redimir dos pensamentos impuros que teve sempre que olhou para este quadro, para o seu amor platónico. Temos que nos decidir. Clara — Tu imaginas-te a viver neste apartamento?

Com estes vizinhos psicopatas que se calhar até mataram a tua tia depois de a torturarem para lhe extorquir os bens.

E saem para o terraço. Graziela regressa, acompanhada de todos os vizinhos, excepto Joe e a baronesa. Barra — Este é o meu testamento autêntico, manualmente escrito por mim, que anula todos os outros.

Bordalina — É o que se chama dividir o mal pelas aldeias … neste caso dividir o bem. Barra — Segue-se uma lista exaustiva dos outros objectos sem valor que se encontram no apartamento, até à mais pequena colher de café.

Ângela — Para que todos possam disfrutar… esta porcaria… e ainda por cima ela gozou connosco, essa velha idiota. Sérgio Grude — O melhor seria queimar esse testamento e assim o apartamento seria seu de pleno direito. Clara — Nem por isso… ainda temos que decidir o que fazemos com este testamento. Clara — E se for um best-seller poderemos baixar um apartamento com os teus direitos de autor.

Um raio de luz duma lanterna, explorando a sala. Depois um segundo raio de luz. Os raios cruzam-se. Um dos personagens mexe no interruptor e a luz acende-se. Descobrimos duas pessoas vestidas de Pai Natal.

Baronesa — Quando se quer guardar um segredo mais vale evitar confidenciar com a porteira. Baronesa — Dizia-se que a velhota tinha dinheiro aqui em casa. Mas aparentemente era um boato. Joe vai-se embora. A baronesa espera que ele se afaste e arranha o quadro com a unha. Sob o efeito do extasy, era uma mulher encantadora. Retiram o quadro da parede. E começa a tocar uma sirene de alarme. Consternados olham um para o outro.

Hoje em dia é um dos autores contemporâneos mais representados em França e nos países francófonos. Haut Traduit par Wolforg. Chega Clara. Clara — Uau! António — Ainda me custa a acreditar… Mas espera… Vem aqui ver. António aproxima-se de Clara, abraça-a. Clara — A tua tia Lazarina? Mas que raio de nome… Isso é apelido? Clara — E tu nunca a viste. Clara — É de doidos. António — O quê? Clara — Que os teus pais nunca te tenham falado dessa tia Lazarina.

António — Pois é. Clara — E agora herdas a casa dela. António — Sim… Imagino que seja. Clara — Era bem bonita… quando jovem. António — Até era. Clara — É só isso que sabes dizer?

António — Ah sim, garanto-te que me afecta. Clara — O quê? Clara — E eu também… O liceu nem fica longe. Clara — Mas nós nem carro temos… António — Deves estar a brincar… Fazes ideia por quanto podemos alugar um estacionamento nesta zona?

António — Mas primeiro é preciso que encontre um assunto. Clara — Olha, podias escrever a história desta misteriosa avó. António — Tia-avó! Clara — Achas? Clara — Realmente a casa é um bocado sombria. António — É verdade… É muito romântico. Clara — Lisboa… António — Uma das mais belas cidades do mundo. Clara — E das mais românticas. António — E velhos a finarem-se como a tia Lazarina.

Clara — Algumas pessoas devem estar a lavar a loiça. António — E outros a fazer amor… E começam a abraçar-se. António sai e Clara fica parada à frente do quadro e, intrigada, examina-o. António regressa seguido por Graziela. Clara — Boa tarde minha senhora. António — Muito obrigado, mas sabe… Graziela interrompendo — A sua tia era uma pessoa excepcional. António — Fico muito feliz por sabê-lo. Graziela tossindo — Desculpem… É como se tivesse uma rolha na garganta… António — Quer beber alguma coisa?

Clara — Eu nem sei onde fica o frigorífico. António — A festa dos vizinhos…? António — Claro… Graziela — É preciso dizer que este é o apartamento mais bonito do prédio. Graziela — Muito obrigada. Clara — Por quem é… De nada. Graziela — Bom… a festa é hoje. António — E a ideia é que seja aqui em casa.

Clara — Em nossa casa? Porquê em nossa casa? Queres dizer aqui? Graziela — Digamos que… seria uma espécie de festa de despedida. Graziela sai. António e Clara trocam olhares embaraçados. António — Tu deixaste-me sozinho com ela. Clara — Podes crer… Ainda por cima nunca ouvi falar desta festa. Clara — E tu ouviste? Clara — Graziela Forte… Ela foi mesmo forte… Mais forte do que tu. Clara — Mas foram eles que se auto convidaram. António abraça Clara. Clara — O Salazar também foi novo.

António — É pena… Ajudaria bastante a pagar o imposto sucessório. Clara — Imposto sucessório? António — Queres que te mostre o terraço? Clara com um ar atrevido — E se me mostrasses primeiro o quarto? Clara — Outra vez? O Pai Natal? Clara — Vou ser a dona de casa ideal, prometo.

António — Ok. Sara Curado — Boa tarde, boa tarde… Eu fiz uma tarte de cebola. Ambas riem à gargalhada e António e Clara olham-nas aterrorizados. Sara Curado — Meus senhores, muito prazer. Clara — Clara.

António — E eu sou António. Sara Curado — Mesmo no fundo. Clara — Obrigada por no-lo relembrar. A campainha toca mais uma vez. Troca de sorrisos um pouco amarelos. António — Ai sim. Sérgio Grude — Sérgio Grude, agente de seguros. Esta é a minha esposa Melissa. Melissa — E os senhores devem ser António e Clara. Clara — Sim, somos… Aqui as novidades sabem-se depressa pelo que vejo. Melissa — Fiz uma salada russa com atum e uma couve-flor gratinada. Sérgio Grude — Espero que gostem de couve-flor.

Melissa — Porque é que dizes isso? Sérgio Grude — Porque eu detesto couve-flor… e tu sabes. António — Desculpe, estava distraído… Gosto de quê? Melissa — De couve-flor. António — Sim, mais ou menos. Sérgio Grude — Isso porque nenhum dos seus doentes provou a da minha mulher. Melissa lança um olhar fulminante ao marido. Clara — Sim… e a coisa promete.

Graziela desliga o telefone sob o olhar estupefacto de António e Clara. Clara — O Padre Santos? Pausa Sara Curado — Posso servir-vos qualquer coisa… só para começarmos. Sérgio Grude — Vamos, a festa vai começar. Graziela — Quem quer sangria? Melissa — Eu quero. Sérgio Grude — Ah … eis que chega o senhor Bolacha. António — Boa tarde Senhor Bolacha.

Gargalhada de todos os vizinhos. Padre — Sou o Padre Santos. Pequena pausa. Nova gargalhada geral. Graziela — Acho que nos vamos divertir imenso. Melissa — A vossa tia gostava muito de segredinhos. António — Ah sim… Isso é muitíssimo confortante. Padre — Crente? Eu diria mesmo beata, sem ofensa, claro. Clara — Tinha? Graziela — Eis meus amigos a nossa vizinha. Graziela — Ângela é pintora e tem o atelier aqui no prédio. Melissa — A minha amiga quer certamente dizer sangria.

Ângela — Estava mesmo com sede. Clara — E que estilo de quadros é que pinta, Ângela? Ângela — Presentemente estou no meu período encarnado.

Risos forçados de todo o grupo. Sérgio Grude — Boa ideia. Saem todos para o terraço deixando na sala apenas António, Clara sozinhos com Angela. Ângela — Sabem como é que a vossa avó morreu? Ângela esquivando-se a responder — Gostam deste quadro?

Ângela — Foi pintado por mim. Foi apenas uma encomenda da Lazarina. António — A sério? A Baronesa regressa. Clara — Ela é mesmo baronesa? Clara — Mas sabe algo sobre a morte da tia do António que nós devêssemos saber?

António — E eu a pensar que ela tinha morrido na cama aqui em casa.

Baratas e os seus reflexos ultra-rápidos

Ângela — Cinco andares. António — Ah sim? António — Tanto mais que eu nunca a vi. Clara sonhadora — Uma queda?

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Do terraço? Ângela — Ou que alguém a tenha ajudado a saltar. Clara — Um homicídio? Clara — Mas isso é monstruoso. Ângela sai. António e Clara trocam olhares aterrorizados. António — De quem? Clara — Dessa Ângela! Ela tem um ar meio esquisito. António — E porque teriam feito isso? Até parece que gostavam muito dela. Joe, travesti, chega sem que eles deem por isso. Joe — Boa tarde. Clara — E você quem é? Sérgio Grude regressa à sala com Graziela e o Padre Santos.

Graziela — Mas o que é isto? Graziela — Do segundo direito? Joe cumprimenta Sérgio Grude com um beijinho. Joe — Tudo bem, meu querido? Melissa voltando à sala — O que é isto? Sérgio Grude — Cara senhora, apresento-lhe a minha mulher Melinda. Melissa — Chamo-me Melissa! Melissa — Minha senhora, permite-me que a trate por senhora? Joe — Por favor, chame-me Joe. Melissa — Joe é o diminutivo de? Melissa — Só Joe… Estou a ver… Prefere manter um pouco de mistério.

Melissa — A si?

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Chega a porteira Idalina. Ela queria dar-mo… a mim. Melissa — Esta senhora é a nossa porteira Idalina. Baronesa — Você duvida da minha palavra? Baronesa — Deixa isso porcalhona. Padre — Estava-se mesmo a ver… Idalina — Estou desolada. Sérgio Grude apanha os cacos e pousa-os sobre a mesa.

O Padre pega nos cacos suspirando. Padre — Lembremo-nos do Santo Graal. Joe — E se fossemos para o terraço apanhar ar? Saem todos deixando António e Clara na sala. António — É verdade que a um dado momento pensei que elas se iam mesmo pegar. Mas se antes eles pudessem levar cada um uma coisa… Clara — Evitava-nos o trabalho de deitar fora.

Clara — E porque é que ela teria feito isso? Chega a Dra. Clara — Psicanalista? Por favor entre. Quanto mais loucos vierem mais riremos. António — E ainda por cima é mais barato Bordalina — E menos doloroso. António — De qualquer maneira a doutora conhecia a minha tia.

Clara — Um tesouro? António — Isso explica que ela o tenha tido que esconder depois do 25 de Abril. António — E ela falava disso? Clara — Estou a ver. Bordalina sai para o terraço. António — E a sua herança cada vez mais tóxica. António — A cómoda pode ter um fundo falso. Clara — E decidiram livrar-se da velha depois disso para partilhar o dinheiro. António — Devemos estar a estragar-lhes os planos.

António — Achas que eram comunistas? Clara — Fala por ti. António —Tu és comunista? Clara — Porquê, isso incomoda-te? António — Ligações? O que queres dizer com isso? Clara — Esquece… mudemos de assunto.

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António — Acho que estamos a delirar. Afinal isto é só a Festa dos Vizinhos. Clara — Vamos até ao terraço para ver o que eles possam estar a tramar. António — Achas? António — Se tu o dizes… Saem ambos.

Joe — Ah! Idalina … por quem me toma. Joe — Inspector Ramires. Idalina — Inspector? Idalina — Under quê? Idalina — Sim, sim. Joe — Temos boas razões para desconfiar que a velha… como é que ela se chamava? Idalina — Lazarina. Idalina — Ai sim? Idalina — Muito bem. Idalina — Nem por isso. Joe — E a senhora sabe de alguma coisa. Idalina — Fique descansado. Joe — A partir de agora a Idalina é a minha adjunta. Saem as duas. Chegam o Coronel Farto e o Dr.

Barra — Sangria? Voltam a beber um golo. Barra — O padre Santos? Barra — Acha que esse beato falso se prepara para nos passar a perna? Coronel Farto — Como é que podemos confiar neste padre?

Eu é que o vou confessar, você vai ver… Dr. Coronel Farto — O agente de seguros?