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CIRANDA DAS SILABAS PARA DOWNLOAD GRÁTIS


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A coleção “CIRANDA DAS SÍLABAS” é composta por seis volumes, organizados em lições que apresentam atividades sequenciais. [Baixe] Atividades Ciranda das Sílabas em 06 coleções grátis. A coleção “ CIRANDA DAS SÍLABAS” é composta por seis volumes, organizados. BAIXE EM PDF - CIRANDA DAS SÍLABAS - VOLUME 5.

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Quando o guarda-roupa aparecer cheio de roupas e acessórios, clique no item desejado e arraste para vestir a Mônica. Participe do nosso grupo no google. Toda ensoalheirada. Grau de benefícios Cognitivos. Principais conjunções coordenativas alternativas: ou, ou No item II, Marcos é vocativo, daí a vírgula utilizada após ele. N u m so- fragante trincou-me o dente a q u i. A palavra certa é espontâneo. Segurei pelo c a c h a ç o e enfinquei- lhe o focinho na lama. Mais caras para imprimir! Basta levantar a aba para entender visualmente o conceito apresentado em graciosos versos. Seja um multiplicador como eu! Agiu à maneira de um troglodita. À l u z vacilante. Viremos de França Obs.

[Baixe] Atividades Ciranda das Sílabas em 06 coleções grátis. A coleção “ CIRANDA DAS SÍLABAS” é composta por seis volumes, organizados. BAIXE EM PDF - CIRANDA DAS SÍLABAS - VOLUME 5. A coleção “CIRANDA DAS SÍLABAS” é compostapor seis volumes, .. If you want to download or read this book, Copy link or url below in the. quarta-feira, 16 de junho de COLEÇÃO CIRANDA DAS SÍLABAS VOL 1,2, 3,4. Postado por Liz às Nenhum comentário: Postar um comentário. A coleo CIRANDA DAS SLABAS composta. por seis volumes, organizados em lies que apresentam atividades seqenciais. Nos volumes 1 e 2, as lies envolvem .

O primeiro deles é o critério da qualidade. Procuramos indicar livros de qualidade. As crianças maiores também apreciam livros voltados para crianças menores.

Desde o berço, e muito especialmente, a partir dos dois anos de idade. Esse critério é limitado, em grande parte, pela oferta existente no mercado editorial, predominantemente voltada para a literatura. A oferta de livros é muito reduzida e limitada em alguns gêneros e temas, especialmente no que diz respeito a livros informativos. É claro que alguns autores merecem ser lidos na integralidade de suas obras. Em versões posteriores deste guia, esperamos ampliar o espaço para maior diversidade de gêneros e de autores.

A criança conversa sozinha, brinca sozinha e também deve ler sozinha. Ler, e seus efeitos, é atividade menos conhecida. Vamos aos livros. A criança nasce com capacidade para emitir e ouvir uma enorme variedade de sons. A criança usa a linguagem para conhecer o mundo. Aos poucos, a linguagem vai se sofisticando — a linguagem é usada para qualificar, para exprimir desejos, sensações e até para manipular os sentimentos dos adultos.

A maioria das crianças começa a usar palavras entre 12 e 18 meses. A essa altura, a criança começa a articular frases com uma ou mais palavras. Somente pessoas com muita proximidade da criança conseguem decifrar essa sintaxe perfeitamente correta, mas muito sintética. Vejamos como isso opera. E é aí que entram os livros.

Ora, a sintaxe da escola, e especialmente a sintaxe dos livros e da escrita, é de natureza bem mais exigente. O texto escrito usa frases completas, sem omissões ou elisões típicas da fala. Isso é particularmente acentuado nas frases negativas e interrogativas.

O texto escrito respeita a concordância de tempo e dessa forma ajuda a compreender a ordem natural dos eventos. O bom texto escrito vai além do presente e do imperfeito. Mencionamos apenas duas delas:. Encontra-se, sobretudo, na forma de ler, na leitura interativa, na conversa entre adultos e crianças provocadas pelos livros.

Além das características formais, apresenta uma resenha e indicações sobre os gêneros e temas. Esta também é uma forma de estimular autores, ilustradores e editores a ampliarem o leque de oferta e apresentar produtos de qualidade cada vez melhor. Em primeiro lugar, a equipe técnica do IAB produziu uma lista inicial de textos. Também levamos em conta o critério de diversidade textual. Um limitador importante: listamos livros disponíveis no mercado editorial, pois o objetivo é indicar livros que efetivamente podem ser obtidos por pais e bibliotecas.

Em segundo lugar, consultamos um painel de especialistas que se dispôs a colaborar conosco nesta empreitada. Terminada a escolha, convidamos alguns colaboradores para nos ajudar no trabalho de elaborar as resenhas. Finalmente, cabe agradecer o apoio recebido de pessoas e instituições que acompanharam este trabalho e que contribuíram de diversas formas.

A Dra. Marisa Lajolo ouviu pacientemente nossa proposta, fez suas ponderações, indicou e mobilizou especialistas para nos ajudar e, em tudo que se trata de literatura infantil, é presença e parâmetro constante em nossas iniciativas.

Nos Estados Unidos, onde se originou, o projeto se apoia. Todos que vivemos no mundo dos livros sabemos o quanto o produto final depende do trabalho cuidadoso de tantas pessoas que direta ou indiretamente transformam um livro num produto acabado. Elaboramos uma cartilha destinada a pais e educadores, explicando de maneira simples e clara por quê, o quê e como ler para crianças. DEX, S. Children of the 21st century: from birth to nine months. Bristol: The Policy Press, HART, B.

Baltimore, Md. Bookes Publ. Reading Comprehension requires knowledge of words and the world. American Educator, Primavera , p.

Unequal Childhoods: Class, race, and family life. Books make a difference. A study of access to literacy. Reading Research Quarterly, 34, SNOW, C.

Washington, D. A hora é agora — com o livro A abelha esperta, o pequeno leitor vai conhecer uma abelhinha colorida, feita em tecido e recheada de espuma. Ela tem anteninhas fofas, asas brilhantes e uma alcinha para o leitor segurar. O bebê vai se divertir com muitas coisas bonitas. A história de um neném que procura beijinhos por toda a casa é cheia de surpresas.

E de verdade! Os livros têm capas peludas, boas de acariciar. Encontra a galinha que faz cocoricó, a porquinha que faz óinc! E tem também foca, rinoceronte, tigre e coala. Tudo isso brincando. Um livro de tecido, no formato de triângulo, aponta esta forma em alimentos e objetos que nos cercam, como: um corte de melancia, um sanduíche, a casquinha do sorvete e a vela de um barco. Para mostrar a imagem do círculo, outro livro, também almofadado e feito em tecido, apresenta figuras como o planeta Terra e um relógio.

Além de aprender noções de espaço, direita e esquerda, ela aciona a sirene dos bombeiros e se diverte com o som. Agora, para atravessar a floresta num rali, o leitor precisa virar à direita ou à esquerda. Sensações causadas por texturas diferentes e cores fortes ensinam muito ao bebê. Em formato de carneirinho, este livro retrata a história de uma ovelhinha triste que queria muito ter um amigo. Seguindo o conselho de um passarinho, a ovelha pede à estrelinha do céu que seu desejo se realize.

Quando encontramos, o som do objeto procurado reforça o acerto. Ao final de cada título, na orelha dos livros, um breve texto sobre o animal da história enriquece a descoberta do leitor. Quem pergunta é um animal — o gatinho, a arara, o ratinho e o golfinho — e quem responde é o leitor.

Um homem tira um coelho de dentro de um buraco, leva-o para casa, acende o fogo, tira a panela do fogo e a coloca na mesa Um barquinho é um viajante e tanto.

Mas no final, que surpresa. Em cada cena, muitos detalhes para observar. E vai aprender que a vaca tem chifres, o cavalo tem cascos, na cama tem travesseiro, o relógio marca horas, o cachorro faz au-au.

O coelhinho é azul e o cachorrinho é amarelo. Interativo, instrutivo, este livro em material cartonado possibilita o aprendizado para os pequenos leitores de forma bastante divertida. Tudo começa com uma caixa fechada diante dos olhos curiosos da menina Malagueta.

O espaço para segurar e a matraca colorida valem por horas de barulho divertido. Que tal passear de carro com Meg? Agora, vamos à escola, vamos fazer compras ou ajudar a fazer bolos para o lanche.

Agora chega, é hora de contar de 1 a 5 e montar um quebra-cabeça. Que soninho Quando movimentamos as figuras, os filhotinhos aparecem. Em quatro livros de cartolina que dobra e desdobra, a criança aprende brincando a reconhecer alguns animais.

Ilustrada com fotos de animais, bombeiros e tratores, os livros aproximam o leitor da realidade com imagens irresistíveis dos mais diferentes tipos de animais, as mais diversas cores e texturas e o dia a dia de um bombeiro, bem como imagens reais de tratores, esses veículos que tanto encantam as crianças. A anta observa e analisa os detalhes. O final é inesperado.

O que é isso? Todos os carros — pequenos ou grandes, antigos ou modernos, azuis ou amarelos — fazem um barulho e tanto com suas buzinas.

Qual é seu esporte favorito? É o bicho! Neste livro também é assim. Esta girafa pode ficar dependurada na parede ou na porta, mas ela vai vigiar atentamente o crescimento da galerinha. Além disso, no verso da escala, o leitor vai se divertir com a história da girafinha que brinca com os amigos e se diverte enquanto cresce.

Ilustrado pelo sistema Scanimation, o livro faz com que a história salte aos olhos do leitor. A cada novo movimento do livro, é possível descobrir uma nova surpresa! O coelho também gosta muito de ir à escola. Mas no final do dia, depois de brincar e aprender muito, é preciso arrumar a bagunça. Este livro vem acompanhado de um lindo patinho. Quem disse que livro tem de ser de papel? E quem disse que livro só serve para ler e guardar na estante? O que acontece quando um passarinho decide sair da gaiola e explorar voos de liberdade?

Por meio das imagens simples e carregadas de suavidade, nos conta muitas histórias! A história traz conceitos diversos a partir dos diferentes tipos de peixes e ensina a reconhecer nas diferenças motivos para festejar a diversidade!

O livro aponta nos animais estes dois conceitos e lança, ao final, uma pergunta cuja resposta vai surpreender e divertir, com direito a som e ilustrações que se projetam para fora do papel. O fundo branco favorece a leitura das imagens. Que frio!

Que nada. Quer conhecer meu quintal? Neste livro só de imagens, Claudia Ramos nos mostra que qualquer coisa pode ser qualquer coisa Um elefante, uma foca, uma bola vermelha, uma cartola.

Tudo desencadeia novas histórias, novas possibilidades. No final, uma vaquinha e uma ovelhinha saem dos livros e ficam em pé. Zoom é provocante, divertido e faz pensar que nem tudo é o que parece ser! Como isso pode acontecer?

É um carinho soprado em lindas imagens que nos fazem voar, um presente que chega como sussurro embalado em nuvens. Este anjinho nunca havia se separado deles. Quantos sustos o anjinho levou!

É uma história que exalta a imagem muito mais que as palavras e que diz muito com as formas, os traços e os rabiscos do menino Artur. O livro é um incentivo ao fazer artístico e à criatividade. Nada era o que tinha de ser. Num livro animado e cheio de dobraduras, o leitor vai descobrir o que houve com a voz dos bichos, mas só no fim da história!

Bililico é um bebê muito fofinho. É isso mesmo, ela é muito grande. Um belo dia, Bililico desaparece. Um livro que faz cosquinha. Ver o seu dia a dia contado no livro leva a criança a gostar desse objeto encantador que é o livro. Chuveiro é um banho de alegria que mistura poesia, fantasia e ópera. Terra - Francisco vai mostrar a importância da terra e da natureza.

Fogo - Expedito vai mostrar como usar o fogo para cozinhar e vai dar sugestões de brincadeiras deliciosas com os alimentos. Ar - Mateus vai levar os leitores a uma viagem pela maior aventura da humanidade - voar! Tudo isso com muita brincadeira e passatempos divertidos. Texto de grande carga afetiva e ilustrações delicadas. Personagens se movimentam diante dos olhos da criança que pode ver as cenas na velocidade que quiser.

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Com ilustrações e texto simples, a criança vai poder ter contato desde cedo com uma linguagem científica, porém ao seu alcance. E o que têm de diferente? Quem é a Ninoca? Ela brinca em uma casinha que tem um lindo jardim, vai à escola e aprende a contar, a desenhar e a escrever, ajuda a preparar a chegada do Natal, se diverte na fazenda com muitos animais Enfim, ela tem muito que ensinar. O formato dos livros e as ilustrações levam o leitor a uma leitura interativa e divertida.

Um dos passos importantes é o abandono das fraldas, tratado na história de forma descontraída e cheia de humor. O livro tem grandes e coloridas ilustrações, pop-ups e até sonoplastia! Aqui eles viajam pela magia de uma floresta encantada e descobrem novidades. Como sempre, eles vivem emocionantes descobertas juntos. Com texto curto e belas ilustrações em aquarela, o livro é uma aula de astronomia muito divertida! Com belas ilustrações e texto simples e direto, a história trata de desafios e amizade.

Com poucas palavras e muito que dizer, o autor inova com as colagens em papel de seda para ilustrar com suavidade a delicada história que nos conta. Mais do que isso, sai perguntando a todos que encontra sobre umas tais montanhas de mel que a abelha lhe contou que existiam e que ninguém sabe dizer onde ficam. Este é um livro para todas as idades.

Tire o dedo do nariz! Pode ir tirando esse dedinho do bolo! Esta é uma história de amor, marcada também pelo sofrimento. O esforço é grande, e o resultado compensa tanto esforço. Ele ficou com muita raiva das pessoas que destroem o planeta e resolveu ir embora. Este livro propõe uma brincadeira de juntar, separar e ver o que vai dar. Marieta estava só quando Filó chegou com um presente. Sabe o que era? Marieta logo fez um pedido à varinha e ela realizou. Como aprontam confusões com essa varinha!

E as confusões só perdem mesmo para as ilustrações divertidíssimas de Eva Furnari. Vale a pena observar a carinha de sapeca dessas duas! Narra com sequências de imagens bastante coloridas e cheias de expressividade a descoberta de um garoto sobre o real sentido da liberdade.

E sabe a importância disso para uma cidade que sofre com a seca e, por isso, se torna triste? Em versos e prosa, o poeta José Paulo Paes nos presenteia com a amizade entre um menino e um velho que, juntos, trazem a vida de volta à cidade onde moram. Livro premiadíssimo! A autora tenta traduzir o significado da reciprocidade da amizade e do amor entre homem e animal.

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O livro reconta, por meio de texto e de ilustrações feitas em aquarela, a história da Arca de Noé e de todos os bichos que nela navegaram durante 40 dias e 40 noites, devido à maldade das pessoas que habitavam o mundo. Só mesmo mergulhando no livro para saber! Antes de a sexta-feira chegar, para onde vai a quinta-feira?

Um morango vermelho e maduro é o que inspira toda a história! Uma divertida história sobre persistência e esperteza que prende o pequeno leitor do início ao fim, seja pelo texto de frases curtas ou pelas ilustrações cheias de cor e graça. A aventura vivida pelo ursinho começa quando ele acorda de noite por causa de um grande barulho e imagina mil coisas. Onde estaria o papai urso para salvar o filhote de tantos perigos? E o que existe de parecido entre um peixe e um pato? E entre um sapato e um dinossauro?

Aqui ninguém vai sentir falta do texto escrito. As imagens — e só as imagens — contam a história com graça e muita sensibilidade. No final, queremos mais e mais. O jeito é começar de novo, e de novo, e de novo Os bichos traz uma divertida brincadeira com o som das palavras e animais inventados que, por sua vez, inventam estripulias! Ele mora em um lugar encantado, brinca muito com seus amigos, inventa sempre novidades e até observa o espaço e um disco voador.

Com pouco texto e ilustrações tridimensionais feitas com papel recortado, o livro encanta primeiramente o olhar e no final ensina a fazer com recorte e dobradura um gato de papel! De forma simples e bem-humorada, este livro trata de solidariedade. Poemas para brincar, premiado pelo texto e pelas ilustrações, é um convite para que o leitor descubra a delícia de experimentar o riso que brota dos versos e das rimas! Quando Estela era muito, muito pequena A partir de 1 ano Seu soninho, cadê você?

Depois do almoço, é hora de repousar. Os animais da floresta se ajeitam e É o jacaré Jacó, que fica inquieto e atrapalha o sono de todo mundo. O livro traz ilustrações coloridas e expressivas e muitos pop-ups que encantam a criança. Além disso, a criança pode levantar abas ou puxar as setinhas para descobrir detalhes divertidos. O que é que tem o meu cabelo? É hora de dormir e a melhor maneira de conseguir fazer dois porquinhos adormecerem é ler uma história para eles.

O problema é que eles apreciam tanto, que querem mais! Felizmente, Só mais uma história contém quatro minilivros que recontam conhecidos contos de fada. O bastante para fazer adormecer o porquinho mais atento! Imagens refrescantes e de puro encantamento. Feita por quem entende do assunto. Nesta história de texto curto e ilustrações cheias de detalhes, a criança vai se deparar com muitas de suas características e vai se reconhecer!

Todos dormem. Cem lobos estavam me perseguindo! Final delicado e reconfortante. Ilustrações delicadas e cheias de detalhes para o leitor observar. Um passarinho me contou Se um gato for Coisa de mestre.

De poeta experiente, premiado, festejado. Ainda bem. Vai embora, grande monstro verde! Imagine um grande monstro verde se aproximando de uma criança, com seus olhos amarelos, sua boca enorme, seus dentes afiados, seus cabelos espetados! Até a metade do livro, o suspense é crescente: o monstro vai aparecendo aos poucos. O que ninguém imaginava era que o fogo mudaria o rumo da história!

Borboleta é um livro de imagens que ora nos carrega para dentro de um casulo de sensações, ora nos faz voar alto para descobrir novas emoções. Bom para ler em voz alta. Bom para ler baixinho. Bom de qualquer maneira. Uma rotina importante para todas as crianças de qualquer idade. Uma festa no céu onde o jabuti quase foi pro beleléu. Uma história toda cantada que pode ser lida e também ouvida, pois o livro vem acompanhado por um CD.

Quem quer casar com a dona baratinha, que tem fita no cabelo e dinheiro na caixinha Todos levam da infância boas lembranças e a dona baratinha casamenteira é uma delas. Mas coitada Era guloso demais! Laurinha é uma menina muito curiosa. De tanto fazer perguntas, sua avó resolveu que ela é que iria perguntar.

De repente, vê uma anta nadando e fica muito interessada em comê-la. A onça parte para o ataque. Ela consegue uma proeza: arranca todos os dentes da onça. Mas como? Sylvia Orthof sempre soube contar histórias engraçadas e esta é uma delas! As pessoas da cidade tinham pena dele. Mais uma boa história contada e ilustrada pelo artista norte-americano Tomie de Paola e traduzida por Gian Calvi.

Para relembrar, reviver ou aprender. Tudo depende da idade. Aurora é uma menina arco-íris que vai colorindo tudo com as cores da sua infância. Nesta história sensível e delicada, Cristina Biazetto faz uma viagem por alguns lugares, refere-se a objetos e personagens marcantes na história mundial e faz tudo isso sem precisar das palavras!

As ilustrações misturam técnicas de pintura com nanquim e tinta acrílica às colagens feitas com papel. Esta coletânea traz poemas sobre bichos — seu modo natural de nascer e viver. Apaga a luz E nesse apaga e acende, surgem os monstros. As alegrias da família éramos nós. Parece brincarem as crianças. Observações a Fica errado colocar os dois no plural. As crianças parece que brincam. Dois quartos dos assistentes aplaudiram. O livro Os Corumbas, de Amando Fontes, conta a dor dos retirantes. Existe um fato e uma idéia.

Soou oito horas no relógio da praça. Esperam-se a maioria dos convidados. Os alunos. A aluna. As alunas. Meus livros. Minha pasta. Minhas pastas. Garoto alto. Garotos altos. Garota alta. Garotas altas. Primeiro filho. Primeiros filhos. Primeira filha. Primeiras filhas. Homem e menino alto. Mulher e menina altas. Mulher e menina alta. Homem e mulher altos. Homem e mulher alta. Da mesma forma, também se admite a concordância atrativa.

Mau lugar e hora. Os inteligentes Pedro e Osvaldo. As alegres avó e neta.

Ciranda das Sílabas - Volume 2

Chegou animada a moça e o rapaz. Tudo depende da frase. Requerimento anexo. Mandei anexa uma cópia. Crime de leso-patriotismo. Mudanças possíveis. Histórias as mais tristes possíveis. Histórias quanto possível tristes. Ela própria fez a limpeza.

Ele mesmo fez a limpeza. Ele próprio fez a limpeza. Tal concorda com o primeiro termo; qual, com o segundo. Eles eram tais qual o colega. Ele era tal quais os colegas. Eles eram tais quais os colegas. Com o tempo, você se acostuma. Só eles reclamaram. É proibida a conversa entre os assistentes.

Hajam vista os resultados 12 Nenhum é pronome adjetivo; portanto, concorda com o substantivo. Nenhuns livros.

Nenhuma caneta. Nenhumas canetas. Ela chegou toda machucada. Observações a A palavra todo, nas duas frases, é advérbio de intensidade, pois modifica adjetivo, equivalendo a totalmente. É, pois, um advérbio que pode flexionar-se.

Os todo-poderosos A todo-poderosa. As todo-poderosas. Blusas azul-celeste. Os azuis-claros. Todos os quartéis estavam Vitamina é Era meio-dia e Isso é respeitado nas letras a e d. Na letra b, o verbo é existir, que vai normalmente ao plural. O gabarito é a letra c porque o auxiliar de existir deve ir ao plural, caso o sujeito esteja no plural. A resposta é, portanto, a letra d, pois o verbo equivale a existir existam , devendo ficar no singular: "Espero que haja novas oportunidades.

Na b, o se é partícula apassivadora, e o verbo concorda normalmente com o sujeito boas histórias. A resposta é a letra d, porque o verbo deve concordar com o artigo que integra o nome do livro; o certo é pertencem.

Por isso o gabarito é d. O afastamento do sujeito e do verbo pode ser um problema em prova. O que interessa é que o primeiro pronome é singular algum. Portanto, o correto é veio. Na segunda, o sujeito, embora um coletivo, é singular. Na b, a concordância tem de ser com o pronome pessoal. Na c, o verbo indica tempo, devendo concordar com o numeral uma. Corrija-se para mostra.

O perigo é o tamanho da frase, com o afastamento que existe entre sujeito e verbo. Se fosse O relógio da praça, teríamos soou. Observe que o se é partícula apassivadora. Na letra d, só podemos empregar a segunda palavra. Se perguntarmos: "O que foi possível? Mas vamos escrever a frase numa outra ordem, mais lógica. Foi-nos possível encontrar inscrições latinas. É inadmissível foram possíveis, concordando com inscrições.

A letra d contém um erro de concordância verbal. O programa é o sujeito do verbo contou, por isso mesmo no singular, mas também é do verbo eram avaliados. Claro que o correto é "O programa era avaliado".

Tu e eu é o mesmo que nós, daí o verbo na primeira pessoa do plural. Na c, encontramos o verbo ser tendo como sujeito o pronome tudo; a concordância pode ser com esse pronome ou com o predicativo.

Na c, a. Na e, o auxiliar do verbo haver, este com b. O certo é havia estercos diversos. Nas outras opções, os verbos concordam normalmente com o sujeito. Dessa forma, o verbo parecer tem de ficar no singular. Corrigindo: Hoje devem aparecer menos pessoas. Corrigindo: Eles sabiam que devia haver punições A palavra obrigada concorda com mulher, a pessoa que agradece.

A palavra mesmo deve concordar com o termo a que se refere; assim, o correto na letra b é mesmas. Na letra a, ele concorda com o substantivo fotocópias. O gabarito é a letra b: a palavra possível concorda com o artigo; o certo é possível, ou possíveis, trocando o o por as.

Nesse caso, o adjetivo deve ficar no masculino singular. Na letra a, a segunda palavra pode ser empregada, mas também a primeira. Quanto leva a palavra possível ao singular. Nem um nem outro exige substantivo no singular.

Em verde-azuladas, temos um adjetivo composto, flexionando-se a segunda palavra. A palavra sós refere-se a elas. A palavra meias concorda com o substantivo verdades, ao qual se liga na frase. Na letra c, o adjetivo concorda com os dois substantivos, portanto masculino plural. Na b, claros concorda com pontos de vista. O gabarito é a letra d, porque sós é adjetivo, equivalendo a sozinhas.

Na letra e, o adjetivo pronto tem de concordar com o substantivo preparativos. Corrija-se: "Estando prontos os preparativos Por isso é errado dizer meio-dia e meio. A palavra anexo é adjetivo, devendo concordar com o substantivo a que se liga, no caso atestados: atestados anexos. É errado dizer ou escrever haja visto. Por causa da prevalência do substantivo, deveria ser reformados. Nesse caso, o substantivo tem de ser plural, mantendo-se os adjetivos no singular. Veja outro exemplo: os impostos municipal e estadual.

Pode ser verbal ou nominal. Nessa dependência, existe o termo principal, chamado regente, e o termo dependente, chamado regido. Termo regente: gosto Termo regido: de você. Por sua abrangência, a regência talvez seja o ponto mais importante da língua.

Antes, convém saber o seguinte: 1 Emprego de o e lhe a O pronome oblíquo o e flexões é usado como complemento de verbos transitivos diretos. Objeto direto: o paciente O médico assistiu ao paciente. Objeto indireto: ao paciente. Objeto indireto: ao jogo.

Objeto indireto: lhe Obs. Adjunto adverbial de lugar: em Fortaleza. Em concursos, valem os dois. Assisto em Natal. Raro, porém correto. Objeto indireto: ao cargo. Objeto direto: as folhas. Objeto direto: um ponto na parede. Objeto indireto: à felicidade de todos. Objeto indireto: ao amigo Paguei ao empregado. Objeto indireto: ao empregado. Observações a Podem aparecer com os dois complementos. Objeto direto: o erro do colega. Objeto direto: o curso.

Objeto direto: biscoitos. Objeto direto: modificações. Amor implica respeito. Objeto direto: respeito. Objeto direto: o servidor Objeto indireto: no processo. Avisei ao gerente o problema. Informei-lhe o perigo. Objeto direto: o Objeto indireto: de que faltaria comida. Objeto indireto: lhe Objeto direto: que faltaria comida. Certifiquei-lhe o ocorrido.

Certifiquei-o de que haveria problemas. Certifiquei-lhe que haveria problemas. Objeto direto: o encontro. É estranho, eu sei, mas é isso mesmo que você leu. Objeto direto: que estavam bem a resposta dada. Objeto indireto: ao telegrama. Objeto direto: o Adjunto adverbial de lugar: ao colégio. Chamei-o de bobo.

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Chamei-lhe bobo. Chamei-lhe de bobo. Adjunto adverbial de preço ou valor: oitocentos reais. Objeto direto: o filho. Objeto direto: a verdade. Objeto indireto: ao soldado Obs. Objeto direto: as exigências Satisfiz às exigências.

Objeto indireto: às exigências 22 Amar, estimar, abençoar, louvar, parabenizar, detestar, odiar, adorar, visitar: transitivos diretos. Objeto direto: o colega Adoro meu filho. Objeto direto: meu filho Observações a Todos esses verbos e muitos outros indicam algum tipo de sentimento.

O complemento é objeto direto preposicionado. Objeto direto: Deus Amo a Deus. Diga-se sempre: Amo-o, estimo-o, adoro-o etc. O homem a quem me referi vai ajudar. O homem ao qual me referi vai ajudar. O homem em cuja palavra confiamos vai ajudar. Veja abaixo outro exemplo. Isso é para eu levar. Deixamos o caderno para tu assinares. Com preposições acidentais exceto, menos, salvo etc.

Estavam todos em casa, menos tu. Belo Horizonte. O jornalista A rua O carro Aquele emprego era aspirado por todos. Aonde colocaram a placa? Nós lhe convidamos na semana passada.

Após mim, chegaram dezenas de interessados. Sempre assisti aos necessitados. Ajudei ao mecânico. Ele satisfez ao regulamento. Ele favoreceu ao amigo. MIM b Após MIM c Nada mais existe entre TU d Contra TU e O povo logo se esqueceu de Chamaremos os inimigos de hipócritas. Chamaremos aos inimigos de hipócritas. Informei-lhe o meu desprezo por tudo. Informei-lhe do meu desprezo por tudo.

Corrigindo: Antônio deixou de pagar ao ajudante ontem. É o caso da alternativa c. Corrigindo: Preveni-lhe que havia um risco, ou Preveni-o de que havia um risco. Por exemplo: Esqueci o trabalho. Por exemplo: Esqueci-me do trabalho. Isso acontece nas opções a e d. É o que se vê nas opções b e c. Corrigindo-as, temos: Custou-me acreditar naquilo e Custou-nos pensar em algo.

Na alternativa c, que é o gabarito, o verbo responder é transitivo direto e indireto: responder alguma coisa a alguém. Gostar pede de; corrigindo: O livro de que ele gosta muito desapareceu. Na b, responsabilizar-se pede por por cujas atitudes. Na c, lutar pede contra contra cujas idéias.

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O gabarito é a letra d uma vez que acreditar pede em. O verbo contar tem como objeto direto o próprio que contar alguma coisa a alguém; essa coisa é o que.

Na b, os animais é objeto direto, correspondendo a os. A letra a é eliminada pelo que; a b, pelo que; a d pelo a qual. Aquele incidente é objeto direto, por isso o gabarito é d. Colocar pede em, por isso devemos usar onde. Entender pede objeto direto: o. Os outros: assistir, ajudar e satisfazer podem ser transitivos diretos ou transitivos indiretos. Corrigindo: lembrar o bem ou lembrar-se do bem. Se o seu objeto indireto for um pronome relativo, antes deste deve aparecer a.

Se disséssemos a TV, teríamos de dizer ao teatro. Na c, a quem. Na d, com o qual; na e, com o qual. Nesse caso, a quem é um objeto direto preposicionado. Na c, repete-se o verbo convidar, que é sempre transitivo direto. O verbo estimar, da alternativa d, é transitivo direto, tendo o como complemento. Dessa forma, usa-se lhe como segundo complemento do verbo. O verbo chamar, com esse sentido, admite as quatro construções.

Assim, somente o item II apresenta erro. Fiquei acostumado com o barulho. Apaixonado preposições: por e de Ex. Estava apaixonada pelo colega de trabalho. Ansioso preposições: por, para ou de Ex. Permanece ansioso para falar. Estava ansiosa de ver o cometa. Apto preposições: a ou para Ex. Conforme preposições: a, com ou em Ex. Grato preposições a, para ou por Ex. Sua ajuda é sempre grada para mim.

Mostrou-se grato pelo que lhe apresentaram. Humilde preposições: com ou de Ex. Sinto-me humilde de ser brasileiro. Incluído preposições: em ou entre Ex. Estava incluído entre os mais capacitados. Junto preposições: a ou de Ex. Fiquei junto de todos.

Limite preposições: a ou de Ex. Reconheçamos os limites da nossa inteligência. Medo preposições: de ou a Ex. Tive medo ao inspetor. Foi morador da Rua Santa Clara. Parecido preposições: com ou a Ex. Sendo parecido ao pai, foi aceito logo. Permanência preposições: em ou junto de Ex. Próximo preposições: a ou de Ex. Irei à festa. Dirija-se ao escritório Dei o livro à professora. Dei o livro ao professor Obs. Vamos adotar o verbo vir; aparecendo da, usa-se o acento de crase.

Casos obrigatórios 1 Com a palavra hora, clara ou oculta, indicando o momento em que acontece alguma coisa. Retornamos às dez. A mais comum e importante é a palavra moda. Outros exemplos Trabalharam às escondidas. Fui levado à força. Quero deixar tudo às claras. Às vezes, íamos ao teatro. Isso foi feito à parte. Paramos à beira-mar. O homem permaneceu à esquerda.

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Fiquem à vontade. Sempre falavam à meia-voz. Saiu à noitinha. Seguiu o conselho à risca. Corriam às tontas. Escreveu à margem. O objeto veio à tona. Para alguns, sem acento; para outros, com. É polêmico. Escreveu a caneta. Comprou os móveis a vista. Falavam a respeito de futebol. Fez o trabalho à vista de todos. Agiu à maneira de um troglodita.

É vidro à prova de choques. Permaneciam à frente do colégio. Ficou à beira do precipício. Bateram à porta do amigo. Ficamos à distância de vinte metros. Aprendeu à força de tanto estudar. Usava um pano branco à guisa de toalha. Vivia à margem da sociedade. À tarde ele chegou. Minha camisa é semelhante a aquela que ele comprou.

Meu paletó é semelhante ao que ele comprou. Casos facultativos 1 Antes de nomes de mulher. Mandei uma carta ao Manuel Mandei uma carta a Patrícia. Mandei uma carta a Manuel Obs. Mandei uma carta ao culto Manuel 2 Antes de pronomes adjetivos femininos no singular. Ele foi até ao campo Ele foi até a praia. Viremos da França Viajaremos a França.

Viremos de França Obs. O guarda ficou a grande distância. Chegaram a algum município do interior. Meu colega vivia à toa. O macete é trocar por naquela ou naquele. Naquela hora, todos estavam cansados. Bateu a porta. Chamou Chegou a tarde. Ele chegou de tarde Saiu a francesa. A mulher francesa saiu Saiu à francesa. Saiu sem ninguém notar Trabalhavam as cegas. Mulheres cegas trabalhavam Trabalhavam às cegas.

Trabalhavam sem saber direito o que faziam Escreveu a mulher uma carta. Ela escreveu uma carta Escreveu à mulher uma carta. Uma foto foi anexada Disse aquilo Todos foram Ele é igual Os defensores de sistemas de iniciativa privada apontam O esforço empreendido é muito inferior Aparecendo da, usa-se o acento. Pé é masculino, dispensa o acento.

Para as outras frases, basta fazer as trocas devidas. O macete é trocar o substantivo feminino por um masculino ou, simplesmente, apenas o a ; aparecendo ao que, existe o acento de crase. Vejamos cada alternativa. Entreguei a chave a aquela que chegou primeiro. Minha casa é inferior a aquela que ele tem. Mas o macete é o mesmo. Um bom macete para aquela hora é trocar por naquela hora.

O termo à diretora equivale a ao diretor: crase obrigatória. Se você continuar a utilizar o site, você aceita o uso de cookies. Publicada em 19 de ago de Veja muito mais atividades como essa no Construindo Futuros! SlideShare Explorar Pesquisar Você. Enviar pesquisa. O slideshow foi denunciado. Ciranda das sílabas volume 5. Próximos SlideShares. Inicie em. Mostre SlideShares relacionados no final.