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Entrou e pediu duas raspadinhas para. Quando terminou, ele recuou para examinar sua obra. Para ela, sexo era sexo. Ela balanou as sobrancelhas em direo porta. Grupo Portal A Flor da Pele. Assim como esperava, ela tirou o tem menos-revelador primeiro, desencaixou a meiacala da liga e a rolou por sua perna longa e bem torneada. Era muito corajosa, o que. Magia Extrema: a dificuldade do teste vai depender da quantidade de PMs gastos com a magia. Sim, vamos ter uma cerimnia civil. Sarah, voc uma mulher independente, que tem humores, e pensamentos, e ideias maravilhosas, tudo por si prpria. Naquela casa havia ar-condicionado, porque a temperatura era fresca e leve, nada a. A voz rica, suave e sexy, murmurou em seu ouvido. Se tentasse, poderia levantar a cabea, embora a capa ao redor de seu pescoo cortasse fundo e ameaasse estrangul-la. YouTube - Aug 07, - No era provvel acontecer.

O Torneio – Amos e masmorras Vol 02 – Lena Valenti. Leitura Dinamica Ad · Baixar em epub Baixar em pdf Baixar em mobi Ler Online. Descrição; Informação . (Amos e masmorras ; v. 1) ISBN Título original: Amos y mazmorras: I. La doma 1. Literatura espanhola 2. Literatura erótica. Amos e Masmorras Primeira Parte Lena Valenti PROJETO REVISORAS TRADUÇÕES Revisão Inicial/Formatação: Lucilene Revisão Final. Amos e Masmorras - A Submissão *1 - Lena Valenti PDF Amos e masmorras é um romance que tem um pouquinho de romance policial (não DOWNLOAD. Amos e Masmorras - O Torneio *2 - Lena Valenti PDF se infiltrar no ultrassecreto torneio de práticas BDSM, o Dragões e Masmorras DS. DOWNLOAD.

Soprou novamente, mais forte dessa vez, e os cabelos subiram mais, mas ainda se estabeleceram sobre seu nariz, tapando sua viso completamente. Senhor, ela adicionou quando percebeu que no havia lhe dado o ttulo. Talvez essa incerteza exatamente o que estou buscando, escrava. Considere isso.

Ele pontuou sua frase com um bofeto duro em sua bochecha direita e Sarah saltou, ento riu novamente em sua reao previsvel, mesmo quando sua pele picou. Ela tentou contar os segundos entre os tapas, mas Phillip no estava mantendo qualquer ritmo que ela pudesse entender.

A cadncia irregular a deixou saltitante e vrias vezes recuou, at quando nenhum golpe aterrissava. Um rosnado frustrado se formou em sua garganta e saiu como um grito quando dois bofetes em sucesso rpida foram seguidos por nada durante quase um minuto. Voc disse algo, escrava?

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Embora Sarah pudesse ouvir a diverso em sua voz, ela no sorriu de volta dessa vez. Como poderia explicar que seu rabo queria mais? Ou menos? Ela meneou em suas ligaes, sabendo que no conseguia se mover. Essa imobilidade fazia sua boceta apertar, porm, e ela choramingou em sua necessidade de gozar. Lembre-se, voc no pode gozar, a menos que implore, escrava. Sarah no confiava em sua voz. Assentiu ento, o cabelo em seu rosto. Aqui Phillip juntou as mechas castanhas do cabelo de Sarah e as amarrou em um rabo-de-cavalo.

Ele no tinha uma faixa para mant-los no lugar, porm, ento esperou at que ela deitasse o rosto na almofada de couro novamente, e ento soltou o fluxo de cabelo ao longo do outro lado do banco. S ento se moveu para trs dela de novo e fora de sua vista mais uma vez. Sarah respirou fundo, deixando o ar sair lentamente e tentou se povoar novamente. Sentiu Phillip descansar a mo quente em sua bunda por um momento antes de deixar o remo cair com um bofeto alto e forte no lugar.

Ofegando, seu corpo saltou, novamente segurado firmemente pelas correias sobre suas costas, braos e pernas. Parecendo ter pena dela, Phillip agora instalou um passo fixo dois bofetes curtos direita, dois esquerda, seguido por um duro direita e um esquerda. Dois direita, dois esquerda, bofeto direita, bofeto esquerda. Repetidas vezes ele repetiu o padro, e Sarah tentou se contorcer longe, gemendo em agonia enquanto sua pele ficava supersensivel.

Sua bunda queimava onde o remo repetidamente aterrissava. Direta, direita, esquerda, esquerda, bofeto, bofeto. Oh, Senhor! Por favor, me deixe gozar! Phillip no cessou.

O que foi, escrava? Voc precisa falar mais alto. Por favor! Oh, por favor, me deixe gozar, Senhor! O ritmo aumentou e os gemidos de Sarah se tornaram gritos. Por favor, Senhor! Oh, minha glria, me deixe gozar! Goze para mim agora, escrava. Cante para mim! Sarah corcoveou contra as correias, o cabelo caindo despercebido quando sua cabea caiu para trs e seu corpo convulsionou.

As punhaladas de dor acompanhavam cada bofeto do remo agora, golpes que se reuniam em sua boceta para explodir em uma erupo e um grito. Ela ofegou pela respirao quando o calor subiu de sua boceta para fora, enchendo at a ponta dos dedos com pulsaes de calor. Quando sua respirao se acalmou e no conseguia mais ouvir o batimento cardaco em seus ouvidos, Sarah se perguntou quando ele havia parado de espanc-la.

No tinha percebido ele parar. Sua bunda queimava, mas o toque de Phillip estava ausente. Seu pau, duro como pedra, pressionava contra seu jeans, exigindo ateno. Jogando o remo na cobertura macia da mesa de ferramentas, como pensava sobre ela, observou o corpo de Sarah se contorcer e convulsionar em suas amarras.

No se moveu at que seus gritos se transformaram em lamrias, ento abriu o zper e chutou a cala para fora e no canto, tirando a camiseta e a jogando na pilha tambm.

Resenha | Amos e Masmorras V e VI - Lena Valenti • Borogodó Literário

Normalmente exigente, as atividades dessa noite havia despertado o tigre latente que dormia dentro dele. J vasculhava na porta de sua gaiola, querendo sair. Perseguindo em torno de seu corpo indefeso, o tigre dentro de Phillip viu como o corpo de Sarah abrandava, sua respirao ainda entrava em grandes ofegos enquanto comeava a relaxar nas tiras em que ele a tinha prendido, no banco que tinha feito com as prprias mos como um presente para ela.

To aberta, to vulnervel, to confiante. Phillip agarrou um punhado de sua bunda macia e apertou, satisfeito com o grito que produziu.

Tinha visto seu creme inmeras vezes enquanto brincava com seu corpo e sabia que o tempo de ternura j tinha passado. Com a mo livre, deslizou os dedos ao longo de seu pau, sentindo as salincias speras dos vasos sanguneos que deixavam seu pnis em um eixo rgido que doa para mergulhar em sua buceta pronta. Espancou sua bunda e a viu gozar novamente, sua mente lentamente a deixando enquanto ele abria as gaiolas que seguravam ambos seus lados selvagens.

Ela se apertou contra as correias, tentando se empurrar de volta para ele, seu pau provocando sua entrada vulnervel. Escorregadia com sua fome, ele adorou o calor que se derramava de sua boceta. Com uma mo se posicionou, com a outra, alcanou adiante e agarrou um punhado de seu cabelo, puxando sua cabea e forando suas costas enquanto rosnava e mergulhava profundamente em seu calor convidativo. Seus msculos protestaram no incio, mas ele persistiu, obrigando-a a se abrir mais com cada punhalada.

Goza para mim novamente, minha pequena menina escrava. Sua voz, colorida com seu desejo, saiu profunda e rouca enquanto tomava o que lhe pertencia. Implacvel, martelou em sua boceta, as bolas batendo contra seu clitris a cada vez que se enterrava.

E quando o corpo dela deixou ir, os msculos se contraram ao redor de seu pau, e o tigre explodiu de sua gaiola e sulcou contra ela como o animal que era. A presso explodiu. E alvio o inundou. O calor se estendeu por cada centmetro de seu corpo, at que finalmente o descansou em cima dela enquanto ofegava pelo ar.

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O corpo dela aquecia o seu e respiravam como um enquanto a paixo diminua. Ele se deleitou no brilho maravilhoso que os cercava, at que o pnis gasto se deslizou de seu calor, e o ar mais frio o trouxe de volta a Terra.

O cabelo tinha cado em seu rosto novamente. Teria que se lembrar de amarr-lo na prxima vez. Suavemente o escovou para trs, satisfeito quando ela lhe deu um sorriso exausto. Com dedos cansados, desfez as correias que a seguravam no banco de surra e a ajudou a ficar de p.

Ela o olhou, inclinando-se contra seu peito luz da vela romntica e Phillip a juntou em seus braos, ainda um pouco surpreso por ela ter entrado em sua vida. E quando ela o olhou e sussurrou, Obrigado, ele a pegou e a levou para cama, enviando sua prpria orao de gratido para o poder responsvel por sua presena. Eu sei, Beth.

Sei que parece rpido, mas voc o conheceu. Ele maravilhoso. Sarah Parker segurou o telefone no ombro, enquanto arrumava seus pratos velhos em uma caixa de papelo resistente. Em pouco menos de trs semanas, se tornaria a Sra. Phillip Townsend. Tinham programado a cerimnia para coincidir com o fim de seu contrato de locao, quando deixaria o apartamento e se mudaria para a casa de Phillip no bosque e se tornaria sua esposa e escrava sexual em tempo integral.

O pensamento deu um calafrio atravs de suas costas e uma tenso excitada em seu estmago. Mal conseguia manter a vertigem da voz enquanto discutia os preparativos do casamento com sua melhor amiga. Sim, vamos ter uma cerimnia civil. Por favor, no me diga que voc est recuando. Eu realmente quero que voc me apoie. Sarah colocou em camadas os antigos pratos de cermica entre as folhas de papel barato e ouviu apenas com meio ouvido s preocupaes de sua amiga.

Bem, foi voc quem disse que eu parasse de lastimar a morte de Tom e comeasse a namorar. Tom tinha sido o primeiro marido de Sarah, belo e valente que tinha explodido bombas para viver, e que tinha sido morto quando um bbado se desviou em sua pista, atingindo-o frontalmente. Com seu marido fazendo cinco anos de experincia no esquadro antibombas militar, a ironia de sua morte tinha ameaado quebr-la naquele primeiro ano amargo sem ele.

O tempo era o melhor curador, porm, e Sarah se mudou, locando este pequeno apartamento como o primeiro de muitos passos para encontrar um novo futuro para si mesma. Quem poderia imaginar que esse futuro envolveria chicotes e correntes? Deu uma risadinha no telefone e cobriu seu lapso com uma tosse. O que foi isso? Desculpe, Beth Estou arrumando enquanto converso Entrou um pouco de p em minha garganta. Para garantir, Sarah fingiu mais algumas tosses.

Embora se conhecessem h dcadas, Beth jamais entenderia sua descoberta de que a escravido no era apenas diverso Mas intoxicante. Diga-me novamente a data, Sarah? Tenho meu calendrio mestre aqui. Trs semanas, sexta-feira na Cmara Municipal, segundo andar. Falarei com voc antes disso, Beth, ento a lembrarei.

E por favor no mude de ideia! Sem chance. Embora ainda ache que voc est apressando as coisas. Precisamos conversar, menina.

Tudo bem. Encontra-me para jantar em Attie? Voc pode falar em minha orelha l. No vou poder estar l antes das sete, porm.

Sete est bem. Vejo voc l, ento. Sarah desligou o telefone e olhou para a baguna que fizera de sua cozinha, um sorriso bobo se estampou em seu rosto. Aquele sorriso se tornou um elemento permanente desde que Phillip Townsend havia lhe pedido para se casar com ele uma semana e meia atrs. Erguendo uma tigela grande, lembrou-se de quando ela e Tom tinham feito compras para esse padro particular. Agora arrumava seu passado com cada folha de jornal.

Depois da morte de Tom, Sarah tinha namorado toa, principalmente os homens que Beth lhe apresentava, apenas levando, sem ter realmente uma direo ou certa do que queria em uma relao ou, com respeito a esse assunto, da vida. Certamente, paixo sexual nunca tinha sido importante para ela e no era nada que jamais tinha esperado experimentar.

Mas a sua mo tinha se estendido para uma laranja no supermercado no mesmo instante em que Phillip a tocou. Embora nunca tivesse acreditado muito naquela fasca de eletricidade do qual os romances sempre escreviam, no podia negar a atrao instantnea que tinha sentido pelo homem alto, moreno e bonito de Hollywood com o sorriso diablico. Tinha concordado em encontr-lo para um caf, que se transformou em um encontro, que havia levado a Mais.

Quando em uma noite romntica e enluarada, Phillip lhe convidara de volta sua casa no bosque, ela foi, imaginando que estava na hora de ser uma menina malvada. Sarah puxou um copo da prateleira, distraidamente o embrulhando no jornal enquanto sua mente divagava em sua nova vida. Aquela noite enluarada, Phillip havia aberto um mundo completamente novo para ela, um mundo de escravido e sexo onde ela no tinha controle. Ele a havia ordenado e perguntara se estava disposta a deix-lo lev-la para onde a comandasse.

Ela o seguiu com uma grande dose de nervosismo E um estmulo mais forte do que jamais sentira antes. E assim comeara uma jornada de descoberta que a levou por caminhos que nunca soubera que existia na vida.

Na privacidade de sua cozinha, a mo de Sarah se deslizou para sua virilha, esfregando o clitris por cima do jeans enquanto as palavras Mestre e escrava ecoavam em sua mente. No podia negar a incrvel sensao de plenitude que a varria no momento em que Phillip clicava as fechaduras em seus punhos e coleira. Especialmente a coleira. Quando usava a faixa de couro larga, com os quatro anis em D, um em cada ponto de compasso de seu corpo, sentia como se tivesse finalmente chegado em casa.

Quando Sarah ficava em sua cozinha, pensando em Phillip e no jeito magnfico que se detinha acima de seu corpo nu, s vezes, sua calcinha umedecia. Esfregou-se um pouco mais forte, relembrando as ideias maravilhosas que Phillip tinha lhe dado para refletir, sobre como ele lentamente treinava sua mente para aceitar seu domnio.

Nunca poderia explicar a Beth que isso no tinha sido lavagem cerebral, que estava plenamente consciente de suas aes. Em vez disso, Phillip a estava ajudando a desaprender todos os comportamentos que usara para construir muros em torno da devassa apaixonada que se escondia dentro dela. A mulher que ainda mantinha enjaulada por causa da vergonha.

Nas articulaes de sua me, em cada anncio de revista, em todos os filmes de Hollywood, tinha sido ensinada que as meninas que expressavam paixo sexual eram nada mais do que Jezebels direcionadas a problemas, e Sarah tinha engolido esse histria com gancho, linha e anzol.

Tinha esmagado seus sentimentos de descontentamento, seu anseio por mais emoo no quarto, constantemente repetindo o mantra perfurado Meninas boas no fazem isso. Mas os ensinamentos de Phillip estavam lentamente demolindo os muros e destrancando a devassa da gaiola.

Sarah fechou os olhos e desabotou o jeans, deslizando a mo para dentro e esfregando o clitris cada vez mais forte enquanto os pensamentos de aceitao de Phillip a traziam mais perto de um orgasmo ali mesmo na cozinha. Dois anos atrs, o pensamento de gozar com sua prpria mo em qualquer lugar que no fosse o quarto nunca teria sequer lhe ocorrido. Agora, esfregava avidamente o clitris ingurgitado de desejo, enquanto sua mente se entregava a sua relao com Phillip. De vez em quando, os ttulos de Mestre e escrava ainda puxava em sua sensibilidade, mas encontrava os conceitos muito intrigantes para ignorar.

No momento, tinha ocupado a posio apenas nos finais de semana. Aps o casamento, se mudaria para a casa no bosque e se tornaria uma escrava sexual total em tempo-integral, vinte-quatro horas por dia, sete dias por semana. Sua boceta espasmou na realizao e Sarah ofegou, agarrando-se ao balco para se apoiar, enquanto seus msculos se contraam.

Um pequeno gemido se soltou de sua garganta quando as pequenas ondas de prazer a percorreu. Por um minuto e meio de felicidade, manteve apenas uma imagem em sua cabea ajoelhada diante da presena dominante de Phillip, totalmente nua e a cabea curvada, submetendo seu corpo e mente sua vontade. Montando as ondas, desfrutou de seu orgasmo enquanto os formigamentos se espalhavam ao longo dos braos at os dedes dos ps.

Saboreando o momento, ordenhou at o ltimo espasmo. E quando terminou, Sarah abriu os olhos, lavou as mos, secou-as, pegou outro copo e metodicamente o embrulhou no jornal, enquanto seus pensamentos se voltavam para nova vida que logo estaria levando.

Sarah sacudiu a cabea. No estou sendo impulsiva, Beth. Pensei bastante nisso. Onde vai viver? Ele tem uma pequena casa de campo fora da cidade. Cerca de uma hora longe. Ento voc vai deslocar uma hora a cada dia para trabalhar? Pense no combustvel que vai comer! Ela tinha levantado o mesmo ponto com Phillip. A conduo de ida e volta uma vez por semana, estava muito longe de faz-lo todos os dias da semana. Os dois tinham discutido suas opes e Sarah tinha decidido que um plano mensal de conduo do trnsito local funcionaria bem.

Tentou explicar isso para Beth. H um nibus que vem do centro para aquele caminho. Dirijo quinze minutos para o centro, estaciono meu carro e pego o nibus. Do ponto de nibus na cidade, outra caminhada de dez minutos para trabalhar. Balanando sua costela meia comida em Sarah, Beth objetou.

Sim, isso ser bom no vero. Mas o inverno est chegando. Voc ir congelar!

Amos e Masmorras #2 - O Torneio - Lena Valenti (Oficial)

Com uma risada, Sarah fingiu medo. Olha pra onde voc aponta essa coisa! Beth sorriu e rasgou um pedao de carne com os dentes, rosnando como um brbaro. Rasgarei Phillip em pedaos como fao com isso se ele no se comportar! Olhe, o tempo total de viagem no ser muito mais do que dirigir. Sarah comeou a dar uma mordida, ento parou quando outro pensamento lhe ocorreu. Alm disso, se eu pegar o nibus, finalmente terei tempo para ler todos os livros que voc continua me dando! Nem mesmo Beth poderia encontrar um argumento para isso.

Ela avidamente colecionava livros da forma que os outros poderiam colecionar selos ou moedas. Tinha gostos eclticos e estava sempre dando a Sarah algo novo para ampliar seus horizontes.

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Infelizmente, Sarah nem sempre tinha tempo para l-los e devolv-los em tempo hbil. E sobre crianas? Voc pretende ter alguma? Seu relgio est correndo, voc sabe. Sarah revirou os olhos. Agora est parecendo minha me. Apontou-a com o garfo. Sem crianas. Tom e eu tnhamos esse acordo, e Phillip e eu temos o mesmo. Beth sacudiu a cabea. Nunca entendi por que no. Sarah deu de ombros. Quero minha carreira. Gosto de sair do apartamento em uma base diria e gosto do meu trabalho.

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Tenho responsabilidades e algum dia posso ser CEO se continuar jogando minhas cartas direito. Os filhos precisam de suas mes. No me interprete mal. Amo crianas. Mas tambm amo poder devolv-las a seus pais no final do dia. Beth deu de ombros e Sarah sabia que sua amiga estava discutindo apenas para argumentar agora.

Nenhuma delas tinha escolhido a rota da famlia provavelmente o por que continuaram amigas muito depois que suas outras amigas as deixaram para um mundo de encontro com jogos e fraldas.

No, disse a Beth, vou continuar tomando plula e me aproveitar apenas dos abraos e beijos de Phillip, em vez de crianas. Ento, o que o seu Sr. Romance faz para viver? Ele possui uma pequena empresa ponto com. Beth fez uma pausa, franzindo a testa acima de uma costela pingando com molho de churrasco. Pensei que todos tinham falido depois de todos aqueles problemas de Y2K1. No, s aqueles que no souberam o que estavam fazendo.

Phillip e alguns amigos criaram algum tipo de software que as bibliotecas baixaram para ajud-los no inventrio de suas colees. Desde ento, o expandiram e agora usado por toda parte. Poderia aposentar-se com todo o dinheiro que fizeram, embora ele mantenha a mo dentro. Disse que a empresa precisa se manter atualizada se pretendem continuar a ganhar dinheiro. Ento ele rico? Suas sobrancelhas subiram junto com sua avaliao e Sarah riu.

Sim, ele rico. Ela brincou com a salada. Ou muito bem, de qualquer maneira. Por que? Ao que me lembro, Tom te deixou o suficiente para viver confortavelmente. Voc trabalha porque ficaria louca sentada em casa o dia todo. S no quero ver esse cara tendo o controle de todo o seu dinheiro e depois esbanj-lo, e voc acabar desamparada.

Sarah suspirou. Amo voc, Beth. Voc sempre encontra as mais escuras e desagradveis possibilidades e se certifica de que eu fique ciente delas. Beth limpou as mos no guardanapo antes de pegar o copo para tomar um gole de seu refrigerante diet.

Sinto muito. No quero estragar sua festa. Apenas me preocupo com voc, isso tudo. Sorrindo para mostrar que no estava realmente irritada, Sarah assentiu. Eu sei. E aprecio isso, realmente. Mas Beth Eu o amo. Pensou em como se sentia quando ele a segurava nos braos aps um jogo sexual especialmente apaixonado e soube que a cor subiu em seu rosto. Beth suspirou.

O Torneio – Amos e masmorras Vol 02 – Lena Valenti

Porque no vejo voc to feliz em muito tempo, muito mesmo. Ela jogou o guardanapo na mesa. Mas se ele tentar qualquer coisa, ou machuc-la de qualquer maneira, vou arrancar suas bolas e enfi-las goela abaixo! Sarah riu e a tenso entre elas evaporou. Estava prestes a se casar com o homem mais maravilhoso do mundo e sua melhor amiga estaria do seu lado.

Tudo estava certo no mundo. Quando foi direto ao ponto, havia vrias conversas que ela e Phillip no tinham tido ainda. Sim, o sexo era maravilhoso. Mais do que maravilhoso, era incrvel. Mas vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana de sexo? No era provvel acontecer.

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Ainda que tivesse o vigor. Tinha feito suposies de que manteria sua posio no trabalho. Sim, havia sublinhado isso algumas vezes, mas, realmente gostava do que fazia, e realmente no queria desistir. S que ela e Phillip no tinham discutido isso. Ser uma escrava total significava no ter mais controle sobre seu prprio dinheiro? E seu trabalho? Se desse o controle a Phillip, significaria que teria que ficar em casa e servi-lo sempre que ele quisesse, em vez de trabalhar e usar sua mente?

Quando a sexta-feira chegou, Sarah j tinha a maior parte de seus pertences extras empacotados em diverdas caixas de papelo que tinha conseguido no supermercado do bairro e a loja de bebidas da esquina. Tambm tinha trabalhado em um estado de confuso. Enquanto inspecionava a baguna antes de sair para o trabalho, fez uma nota mental para marcar um tempo com Phillip para levar todas as suas coisas para a loja de mini-armazenamento no centro Que era a apenas uma milha de sua casa para a cidade, assim qualquer coisa que mais tarde decidisse que precisava no estaria muito longe.

Mas ento, novamente, ela precisaria de alguma dessas coisas se fosse uma escrava? Resmungou quando fechou a porta mais forte do que pretendia. Maldita Beth. Tinha deixado muitas perguntas rondando em sua mente, como as folhas de outono jogadas pelo vento.

Pelo menos no precisaria olhar para a baguna restante em seu apartamento at segundafeira noite. S oito horas de trabalho, e ento estaria nos braos de Phillip. Poderia lhe fazer as perguntas, e ele teria respostas ss e sensatas, e a vida seria gloriosa de novo. Nas ltimas doze semanas, a cada sextafeira ela ia direto do trabalho para a casa de campo de Phillip, onde ele imediatamente a colocava em uso. Escondeu o sorriso atrs da mo enquanto o vice-presidente encarregado de sua seo falava sem parar.

Sob seu traje rgido de negcios, Sarah usava uma tanga minscula E sabia que estava mida quando pensou no que a noite traria. Perguntas sobre o futuro de lado, mal podia esperar para dizer a Phillip que o mero pensamento de estar com ele essa noite a colocara a beira de um orgasmo, enquanto estava presa em uma sala cheia de homens e mulheres de terno. Escapando finalmente, acelerou estrada abaixo e fora da cidade para os cem acres de Phillip no meio do nada.

A paisagem passou de urbana para industrial, de suburbana para agrcola e, finalmente, para uma longa e sinuosa estrada de terra, rodeada com rvores e arbustos. Frequentemente via veados de p nos prados infrequentes, ento mantinha uma vigilia para eles agora.

Com o inverno chegando estariam em movimento. O cheiro do outono enchia o ar e ela apertou o boto para abrir a janela enquanto desacelerava para virar na calada de Phillip. Ao lado da entrada, uma trepadeira brilhou no poste de telefone como uma chama escarlate esvoaando na brisa da tarde, e enquanto dirigia lentamente ao longo do caminho de terra, notou que vrias rvores j comeavam a mudar suas cores de verde cansado do vero para os novos matizes de laranja e vermelho.

As cores deveriam estar direto no pico em torno do casamento, ela percebeu, fazendo uma nota mental para descobrir tons do outono no buqu de flores que levaria. Praticamente saltando do carro assim que estacionou ao lado da casa, Sarah puxou uma respirao funda, enchendo os pulmes com o mximo do ar fresco no contaminado pela vida dura da cidade. Fechou os olhos e deixou a cabea cair para trs, e passou um momento apreciando o calor do sol em seu rosto. Phillip a observou da varanda, tinha sado da casa assim que ouviu o carro de Sarah parar na calada.

Vendo-a agora, quando ainda no sabia de sua presena, lhe trouxe um sorriso nos lbios. Quando se conheceram, ela tinha sido to defensiva e cuidadosa, to preocupada em no afugent-lo com sua paixo incrvel pela vida. E agora ela estava em sua garagem, imersa na paz da natureza, sua alma desnudada para o mundo todo ver.

Como ele podia fazer qualquer outra coisa, que no fosse am-la? Ela se virou lentamente na luz do sol e ele se gloriou na viso de seu longo cabelo castanho solto agora, e caindo em cascatas sobre seus ombros. Amava quando ela drapejava aquela cortina de seda sobre seu pnis, levando-o loucura. E amava quando ela estava presa, incapaz de se mover ou ter qualquer sada.

Ambos lhe dando rdea solta para control-la com vantagens sem igual. Ela se virou para a casa, abriu os olhos e seu corao acelerou na alegria sbita que apareceu em seu rosto. Com um salto e um pulo, Sarah cruzou o espao entre eles e ele a reuniu em seus braos, enterrando o rosto nas mechas macias de seu cabelo para se embeber em seu perfume como momentos antes tinha devorado sua viso.

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Esmagando-a contra ele, segurou-a firmemente nos braos, nunca querendo perder a jia preciosa que ela tinha se tornado. E quando se dominou e recuou, foi novamente desfeito pela suave sensualidade de seus lbios em forma de corao lbios feitos para serem beijados. Ela o olhou com olhos entreabertos com a luxria e seu corpo respondeu.

Curvando-se, capturou sua boca em um beijo, primeiro saboreando suavemente, ento devorando-a avidamente quando o animal selvagem bateu na gaiola em seu interior. Os pssaros cantavam nas rvores e um esquilo parou em sua corrida louca atravs da clareira, mas Phillip e Sarah nem sequer perceberam.

Depois de uma semana separados, com apenas e-mails para sustent-los, se deleitavam com o sentido do toque. Phillip puxou para trs com um olhar severo. V o que faz comigo, mulher? Quase pensei que voc poderia me tomar nos degraus da frente de novo, meu caro Senhor. Phillip ergueu uma sobrancelha para ela. Voc gostou muito, se bem me lembro. Sarah assentiu. Sim, Senhor, eu fiz. Ela fez uma pausa e uma centelha travessa faiscou em seus olhos.

Ele riu e espantou o esquilo para longe. Nada comparado a quando voc andou nua na varanda. Sarah corou e Phillip se curvou para beij-la novamente.

Puxar a devassa no interior dela tinha exigido pacincia, mas pacincia ele tinha bastante. Amava testar seus limites e encontrar suas fronteiras, sabendo que a jornada era sempre mais divertida do que o destino. Um beijo mais gentil dessa vez. Este estava cheio de promessas do que estava por vir. Perguntou-se, se ela gostaria do novo brinquedo que tinha comprado?

Ok, talvez brinquedo fosse a palavra errada, ainda que fosse se divertir muito brincando com ele. Eles, corrigiu em sua mente. Tomando sua mo, levou-a em direo casa. Sarah parou na porta, como sempre fazia. Um dia desses, teria que pergunt-la por que fazia isso. Dessa vez, ela o olhou, uma pergunta em sua voz. Phillip, uma vez que nos casarmos e eu estiver vivendo aqui o tempo todo, voc ainda vai me saudar assim?

No vai ficar acostumado comigo? Se eu voltar para casa e para voc todo dia em vez de todo final de semana, no ser mais to especial. Phillip tomou suas duas mos na dele. Ser especial, mas de um jeito diferente. Ele podia ver que ela estava realmente incomodada. Colocou seus planos para noite de lado por alguns momentos para que pudesse aliviar seus medos. H muito tempo havia aprendido que as pequenas preocupaes poderiam florescer em grandes problemas se fossem ignorados.

Sua relao anterior tinha terminado em desastre porque no tinha aprendido a lio com rapidez suficiente. Phillip estava determinado a no repetir o mesmo erro. Venha e sente-se por um minuto. Levou-a ao balano da varanda que tinha colocado h duas semanas atrs, para que pudessem apreciar o pr-do-sol juntos.

Sentaramse e ele comeou a balan-los enquanto respondia a suas perguntas. Voc foi casada antes e sabe que as chamas da paixo brilham intensamente e queimam rapidamente. O que resta uma vez que a paixo se foi? Essa simples. Ela se aproximou e segurou sua mo. A paixo que Tom e eu compartilhamos no era to intensa quanto a que sinto com voc, entretanto. No importa. A paixo tem muitas faces.

H um casal de idosos que eu conheo que ainda seguram suas mos quando se sentam. Ambos precisam de andadores para se locomover bem ou tenho certeza que segurariam as mos mesmo quando estivessem andando pelo corredor. Seus beijos so curtos, mas no menos intensos com todas as debilidades da idade.

A paixo no to violenta quanto a nossa pode ser, mas ainda arde to brilhante aps todos seus anos juntos, voc no acha? Esse casal tem amor para apoi-los, por isso. Ela se mexeu no assento. Amei Tom, mas nossa relao era Mais tranquila. Os fogos de artifcio morreram cedo e a vida ficou Bem Confortvel.

Mais como uma camiseta velha ou um favorito-par-de-tnis-confortveis. Ela riu. Algo me diz que no o tipo de relao que jamais teremos. Phillip sorriu. Oh, acho que voc ficar surpresa. H algo maravilhoso sobre colocar seu tnis favorito pela manh. Sim, ela concordou. E h tambm algo a ser dito ao colocar nada alm de um par de algemas! Ela balanou as sobrancelhas em direo porta. Phillip deu-se por entendido. Sarah s queria se referir s suas preocupaes e verific-las, no resolv-las imediatamente.

Aparentemente sua preteno era muito mais excitante do que preocupada. Certo, moa atrevida. Se assim que voc se sente. Ele fez uma pausa para pux-la de p. Tire suas roupas! Aqui mesmo? Ela olhou ao redor em choque. Aqui mesmo. O passeio, longo e curvo cortava toda a viso da estrada. Ningum a veria se despir, que era exatamente como ele gostava. Ia compartilhar sua beleza com outros, mas outros de sua escolha. Estranhos no tinham nenhum negcio olhando seu corpo maravilhoso. Seu pnis se mexeu no pensamento de Sarah em exibio para seus amigos admir-la.

Ela usava uma blusa vermelha hoje, com uma saia preta cheia que caa abaixo dos joelhos. O corte severo da blusa, junto com a liberdade da saia, terminando com sandlias de salto, lhe dava um olhar que cruzava entre hippie despreocupada e empresria confiante.

Um olhar que mostrava que ela no tinha medo de fazer sua prpria declarao ao mundo. Phillip aprovou. Amava seu esprito independente e o fato de que se expressava atravs da roupa. Enquanto ela se tornava cada vez mais sua escrava sexual, precisava se certificar de lhe permitir essa sua liberdade de expresso. Na luz suave do sol poente, Sarah desabotoou a blusa.

Com uma rpida olhada ao redor, a deixou cair de seus ombros, revelando um suti vermelho sexy por baixo. A blusa tinha sido abotoada muito alta para mostrar o decote, que, agora revelado, mostrava como uma linha escura entre duas belas colinas de branco. O escarlate do suti s acentuava sua palidez, embora combinasse bem com a cor de suas bochechas rosadas.

Ele cruzou os braos e recostou contra o pilar da varanda quando ela abriu o zper da saia e sau dela. Em vez de meia-cala, usava ligas e cinta com uma tanga cobrindo seu monte raspado. Seu pau subiu, esticando o tecido da cala, ento trocou seu peso para aliviar a presso. Seu sorriso sedutor o provocou. Gosta disso? Passando na varanda, ela modelou a roupa ntima sexy. Ele alterou a descrio dela hippie despreocupada, misturada com empresria confiante, misturada com uma dose saudvel de devassa por baixo.

Eu gosto muito deles, escrava. Agora tire-os. Phillip absolutamente amava a forma como a cor surgia em seu rosto quando ele a ordenava. Assim como esperava, ela tirou o tem menos-revelador primeiro, desencaixou a meiacala da liga e a rolou por sua perna longa e bem torneada. Tinha drapejado a blusa e saia sobre a grade da varanda, agora equilibrou a meia-cala enrolada em cima, antes de se curvar e tirar a outra. Uma vez que a juntou a sua companheira, deslizou a cinta-liga abaixo e fora, ento hesitou.

Phillip sorriu enquanto ela tentava decidir o que a envergonharia menos O suti ou a tanga. Um caminho rugiu ao passar no fim do estrada no momento em que ela soltou o suti. Com um susto, ela saltou e olhou para a estrada, como se esperando que o motorista num passe de mgica aparecesse na pequena clareira. Phillip observou divertido quando ela percebeu que j estava bem longe.

Seus ombros se afundaram com alvio. Voc ficar nua na frente de outros logo, voc sabe. Sarah olhou para cima, os olhos arregalados. Porm sua voz era firme quando falou. Estou quase pronta. Sorriu, sua compostura voltando. O caminho apenas me surpreendeu, isso tudo. Phillip acenou para o norte. Era s meu vizinho, que dirige um grande caminho envenenado, para provar sua masculinidade para o mundo. Com um sorriso enigmtico, Sarah apenas assentiu.

Tirou o suti, ento empurrou a tanga quase como se quisesse se recuperar da provao. Phillip reconheceu os sinais. Se foi algo que ele disse ou apenas por que ela achou que quase tinha sido pega, no saberia dizer. Mas a pressa repentina de Sarah para se despir e ficar nua diante dele lhe disse que ela queria ir para dentro. Indo para a porta, segurou a tela aberta enquanto ela juntava as roupas e as trazia junto com ela. Empurr-la beira do precipcio, sem empurr-la fora, tendia a ser um equilbrio delicado s vezes.

Perguntando-se o que de repente a tinha desligado e esperando no t-la empurrado muito longe, ele a seguiu para dentro. Pernas ligeiramente separadas, mos cruzadas atrs das costas, queixo para cima e o olhar sempre para frente e esperando. A posio de uma escrava. Seus mamilos se destacavam no ar frio dentro da casa e pequenos arrepios rastejavam ao longo de seus braos, fazendo-a tremer. Ela sacudiu-se e respirou fundo, colocando mentalmente fora as tenses da semana, relaxando no papel que ela amava.

As perguntas atrs de sua mente poderiam esperar at mais tarde. Depois que tivessem um sexo maravilhoso. Sua boceta se contraiu. Definitivamente depois. Seus punhos esto na mesa de jantar. V coloc-los. Andando levemente, cruzou o pequeno arco que separava os dois cmodos e viu as quatro correias de couro deitadas em uma fila arrumada sobre a mesa. Quatro pequenas fechaduras douradas brilhavam ao lado delas.

Pegando um dos punhos fora da mesa, fez uma pausa e inalou o cheiro do couro profundamente em seus pulmes. O cheiro de sua submisso. Deixou o aroma se fixar mais fundo em sua mente. E curvou-se para circular o tornozelo com a braadeira, sabendo que sua boceta tinha ficado exposta para ele onde permanecia na porta.

No tentou esconder o sorriso travesso dessa vez enquanto fechava o cadeado. Quando se levantou para pegar o punho para o outro tornozelo, mudou de posio ligeiramente para que Phillip pudesse ter uma viso ainda melhor. O pequeno entalhe do metal se encaixando e fechando o couro, nunca falhava em enviar um pequeno arrepio ao longo de sua pele. De p novamente, manteve as pernas afastadas enquanto pegava a correia mais curta de couro projetada para seu pulso.

O lado esquerdo passou facilmente, encaixando perfeitamente. Cada clique dos pequenos fechos empurravam-na mais e mais ao longo de sua jornada semanal, quando ela derramava sua persona pblica e permitia a Phillip cada vez mais o controle sobre seu corpo e mente. Nem sequer sabia onde ele guardava as chaves para eles e nem queria saber.

O lado direito lhe deu problemas, porm, como sempre fazia. Sendo destra, usar a mo esquerda a fazia sentir desajeitada e atrapalhada. Cada vez que puxava o punho firme o suficiente, depois o sentia soltar quando tentava alinhar o brao da fechadura atravs do anel-D que assegurava o couro ao redor do pulso. Deixe-me ajud-la. Phillip estava l, os dedos seguros e reconfortantes.

Sarah lhe sorriu, amando o jeito que ele sabia exatamente quando precisava de ajuda. A luz suave do pr-do-sol do outono entrava pela tela da porta da frente e iluminava os destaques em seu cabelo escuro fazendo-o parecer um anjo com um halo de luz dourada. O ltimo vestgio da mscara cotidiana que ela usava escorregou, expondo sua verdadeira natureza ao nico homem que j confiara a lidar com isso.

Estou a seu comando, Senhor. Sua voz tremeu com a antecipao suprimida. Phillip segurou seu queixo, inclinando seu rosto para poder examinar seus olhos. Pesou-a, como se debatendo seu curso de ao. Sarah colocou os braos agora-algemados atrs das costas, tentando esperar pacientemente. Quando ele falou, sua voz era enganadoramente suave. A cada semana voc vem e d tanto de si mesma para mim, minha escrava. Logo viver aqui o tempo todo. Estar to disposta a cada noite, quando voltar para casa do trabalho?

Todas as noites? Sarah pensou em seus dias inalterados, dias normais justapostos com noites de servido sexual e seu corao bateu um pouco mais rpido. Pensou em afastar a srie de perguntas que surgiram ao longo da semana. Mas Phillip sempre queria apenas a verdade, no importa o quo difcil poderia ser lidar com elas. Com pesar, percebeu que o sexo teria que esperar.

Ele a conhecia muito bem e no ia deixar passar com facilmente. Respirando fundo, ela admitiu, Quero servi-lo, de qualquer jeito que voc precise de mim. Todo dia e toda noite. Todas as suas preocupaes saram em uma corrida desenfreada. S no estou certa de como. Voc me v no meu melhor nos fins de semana.

Durante toda a semana tudo em que E lavo a roupa, e tiro o p, e raspo minhas pernas e Ela hesitou apenas um breve segundo antes de mergulhar adiante e dizer a palavra na ponta da lngua. Minha boceta. E me fao to bonita quanto posso para voc, para que quando voc me veja na sexta-feira, me veja em meu melhor. Suas bochechas ficaram vermelhas, mas ela no ousou parar.

Isso era muito importante e precisava que ele soubesse. Mas depois que nos casarmos, no poderei esconder tudo isso de voc. Vai me ver quando eu estiver mal-humorada e estressada durante a semana e vai me ver quando eu estiver inchada e me sentindo gorda. No vou poder manter nada de voc e estou com medo de que no v gostar de mim quando eu no estiver No meu melhor.

Tudo bem, Sarah. Venha c. Phillip pegou sua mo e a levou para o sof. Usando seu nome em vez do carinhoso minha escrava se tornou o sinal para ela de que ele queria conversar com ela como uma igual. Quando ele indicou que deveria se sentar ao lado dele, ao invs de se ajoelhar no cho, ela soube que estava certa. Enfiou uma perna debaixo dela e se sentou de frente para ele, as mos nas dele. Ele alcanou e colocou uma mecha de seu cabelo atrs da orelha, passando-a ao longo de sua bochecha para segurar seu rosto e ela no conseguiu resistir, virou-se e colocou um beijo em sua palma.

Ele no comeou at que seguravam as mos novamente. Sarah, quando voc estava casada com Tom, ele a viu em todos os tipos de humor? Os bons e os ruins? Mas isso foi diferente. Sarah tentou explicar. Tom e eu tivemos uma relao mais Bem, de igualdade.

Tomamos todas as nossas decises juntos, discutimos os planos para nosso futuro juntos, at mesmo decoramos nosso apartamento e depois nossa casa juntos. Ela deu de ombros e baixou a cabea, como sempre fazia, quando falava sobre sexo em voz alta.

Quanto ao quarto, bem, ramos jovens e dois virgens. Nenhum dos dois sabia realmente o que estava fazendo, assim, na maior parte do tempo, apenas agimos por instinto e sem muita imaginao. E voc acha que vai ser diferente entre ns? Tem que ser! Sarah franziu o cenho. Quer dizer, vou ser sua escrava!

Minha escrava sexual.

As mos de Phillip se apertaram em torno dela. Sarah, voc uma mulher independente, que tem humores, e pensamentos, e ideias maravilhosas, tudo por si prpria. E no vou lhe tirar isso. Ele fez uma pausa para olh-la com uma advertncia nos olhos.

E no quero que voc esmague isso tambm. Voc meu Mestre, porm. Sexo Brasil — Guia do Orgasmo Feminino. Por isso se surpreende com o desejo que sente ao resgatar Kate Burroughs em sua fuga. ChiiiiiiiiiiiiiA tem exagerando mas… memor veis m… esculhambam eles? Ela sentia falta do seu calor, do sorriso e de suas brincadeiras. O homem bonito cora mais que uma bunda espancada. Apesar do bom-senso, Kate aceita a proposta. Panther Tires Inc Bill is always the first person at the track to offer help with set ups on your car especially with the younger racers.

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