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Enquanto isto, a filha dele estava se divertindo a va- ler, achando tudo magnífico. E também é algo que pode ser facilmente experimentado quando se estiver vivendo a experiência pela primeira vez. Perrot, Michelle. J o : Se eu sentisse que a minha integridade tivesse sido lesada. Faça com que esta voz comece a falar com você num tom sonolento e calmo É o que torna a vida interessante. Os computadores têm uma infinita paciência e nunca fazem as crianças sentirem-se mal, como é o caso de muitos professores. Ainda nem descobri com o que estamos lidando agora. É mais fascinante ainda se escolher- mos pessoas muito bem-sucedidas. Tendances de la criminalité et fonctionnement de la Justice pénale aux niveaux régional et interrégional résultats de la troisième Enquête des Nations Unies sur les tendances de la criminalité, le fonctionnement des systèmes de justice pénale et les stratégies en matière de prévention du crime.. A criança no Brasil hoje : desafio para o terceiro milênio. Recomendado pra quem gosta de Vaselines e Pastels. Campos Filho, Cândido Malta. Estas novas solicitações, ao lado das frustrações impostas pelas limitações do trabalho clínico tradicional, inspiram a busca de novas formas de atuar junto ao cliente. In: Ecologia e Desenvolvimento. As pessoas sabem muito mais do que acham que sabem. Por que é que você tem de discutir com alguém? Marginalidade e controle social. Futabatei, Shimei.

CD CATATONIA BAIXAR - Material de primeira, confira: Recomendado pra quem gosta de Vaselines e Pastels. Em 21 de setembro de, a banda se separou. CD CATATONIA BAIXAR - Temos LPs e CDs. Vistas Ler Editar Editar código- fonte Ver histórico. Obtida de " https: Novo lançamento da Polysom, a estreia de . CD CATATONIA BAIXAR - Vinil 7", novo e limitado. CD novo, lacrado, nacional, capa digipack. CD importado, novo, lacrado. Catatonia foi formada em. BAIXAR CD DO DISCOPRAISE - Blu-Ray Ver tudo desta categoria. Your Amazon Music account is currently associated with a different marketplace. Filmes Ver. BAIXAR CD CATATONIA - CD importado, novo, lacrado. Cardiff, País de Gales. Ela tocou no festival de Cardiff Big Weekend em 6 de agosto.

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Terre humaine : civilisations et societes. L'omicidio nel diritto penale. Torino: Unione Tipografico-Editrice, Incao, Maria Angela D'. Disponível nas cores branca ou preta. Material de primeira, confira: Compartilhe o evento no Facebook e ajude a divulgar: Disponível nas cores branca ou preta.

Veja no vídeo como funciona: Modelos feminino e masculino. Quem quiser ingressos, passa aqui! Platinum [ ctaatonia ]. CD novo, lacrado, nacional, capa digipack. Wikipédia, a enciclopédia livre. Se quiser baixar, venha na loja, ou escreva para locomotiva. De certa maneira, é verdade. Você fica sozinha e sente-se mal. Mais raro ainda é alguém perguntar-se: " O que eu poderia fazer para que ela quisesse fazer isto para m i m? Eles baseiam-se em um erro enorme: a idéia de que o casamento é uma dívida pessoal.

Imagine o que aconteceria se cada vez que o visse você se achasse uma pessoa de sorte. Ele apontou para a sua mulher e disse:"Ela acha que uma menina de 14 anos pode ficar na rua até às 9h30 da noi- t e! Olhei bem para ele e disse:"E você acha que uma menina de 14 anos pode assistir um homem brigar e gritar com a sua mulher, fazendo-a ficar triste! É horrível sentir-se perdido. Às vezes os pais querem que a filha adolescente deixe de gostar de sexo. É uma tarefa imensa, abusiva e idealista querer que alguém volte a ser virgem!

Alguns terapeutas chegam a tentar e Certa vez um homem entrou no meu escritório torcendo o bra- ço da sua filha, jogou-a numa cadeira e gritou: "Sente-se!

Por que é que você trouxe uma? Esta é uma das minhas obser- vações favoritas. É possível fazer uma pessoa enlouquecer numa dessas. Isto é horrível! Você entendeu tudo e r r a d o. Enquanto isto, a filha dele estava se divertindo a va- ler, achando tudo magnífico. Que quer que eu faça? Quando termi- nou, eu disse: "Quando você entrou com a sua filha, estava torcen- do o braço dela e jogou-a na cadeira.

Esta é a atitude de cafetões. As lembranças flutuam, passando para quando ela era pequenina, sentada no colo do papai. Olhe para a sua filha. Se ela o procurasse, com certeza você diria: "Bem que eu disse". Isto é o que os cafetões fazem". Tentem revidar este tipo de argumento. Tenho que lhe dar outras opções, do tipo ensinar-lhe a maneira cer- ta como um homem deve tratar uma mulher. Ele foi apanhado. Sabem o que isto quer dizer? Ele vai ter de construir um relacionamento positivo com a mulher e ser delica- do com outras pessoas da família e fazer com que a sua filha sinta-se melhor com a família do que com o namorado.

As pessoas se esquecem facilmente do que desejam. Elas ficam presas, tentando conseguir o que querem. Vou destruir você". Contudo, muitos con- tinuam a usar este método. Ainda encontramos pessoas procurando ids e egos, com a mesma probabilidade que temos de encontrar um " p a i " , ou "filho" ou um " a d u l t o ". Talvez estes psicólogos tenham assistido a filmes de terror em excesso quando eram crianças.

Agora dizem: " A s minhas partes me obrigaram a fazer isto". Quantos aqui aceitaram sem pestanejar? Alguém explicou a teoria e vocês pensa- ram: " É isso a í ". Nem todo mundo tem um pai, um adulto e uma criança que brigam entre si. No Taiti, por exemplo. É preciso que um terapeuta ensine a vocês a terem este tipo de problema. Você vai criar uma. Uma atitude interessante seria concordar com ela o tempo todo, até enlouquecê-la. Talvez deva escutar o que ela tem a dizer, em vez de simplesmente se sentir mal.

Gostaria de demonstrar o que po- de ser feito com uma voz desaprovadora que o faz sentir-se mal. Quem tem uma bem atuante? Fred: Eu tenho uma bem atuante. Você pode ouvi-la agora? Fred: Ela quer que eu tenha sucesso. E ela me critica quando fico saliente. Fred: Claro. Agora quero que pense em maneiras de mudar a forma como a voz se expressa, para que você consiga entendê-la me- lhor. Fred: Ela diz que sim.

Diga-lhe para tentar Fred: É interessante. É mais um conselheiro amigo. É um prazer ouvi-la. É claro. Quem quer escutar uma voz que grita e critica? Se quiserem saber mais, leiam o livro Resignifiçando. O que quero que notem é que a voz interior de Fred tinha esquecido o seu objeti- vo até que eu o lembrei a ela. Antigamen- te, as pessoas faziam observações machistas e ninguém notava, e agora é obrigatório gritar ao se ouvir este tipo de coisa. Agora existem novas razões para se sentir mal.

Quando eu ia a uma boíte escolhia propositalmente uma mulher que reagiria dessa maneira. Posso fazê-la sentir-se péssima. Se o objetivo é evitar que as pessoas façam observações machis- tas é melhor fazer com que elas sintam-se mal. É muito mais engra- çado, mais eficiente Você chama o seu marido de menino! Mas vamos ver quem acorda facilmente, rapidamente e sem remé- dios. Betty: Eu acordo facilmente.

E como você consegue? Betty: Eu me acordo. Qual é a primeira coisa que lhe vem à consciência? Só me dou conta de que estou acordada. Começa a falar consigo mesma? Vê alguma coisa? Betty: Eu digo a mim mesma. O que você diz a si mesma? Betty: "Estou acordada. Estou acordando. Alguma coisa mudou.

Betty: Calor. Meu corpo ficou mais quente. O que acontece logo depois? Ne- nhuma imagem interna? Betty: Eu me digo: "Tenho de me levantar". A voz é alta? Qual é o tom da voz? Betty: É uma voz calma, delicada.

O tom dessa voz interna muda à medida que ficou mais acordada? Betty: Sim. Ela tem uma voz interior que é calma e sonolenta. Depois, quando a voz diz "tenho que levantar", ela começa a acelerar, tornando-se mais acordada e alerta. Quero que todos experimentem o seguinte. A melhor maneira de aprender o que os outros fazem é tentando.

Faça com que esta voz comece a falar com você num tom sonolento e calmo Observe as mudanças nas suas sensações É isto que muitas pessoas que têm insónia fazem. De noite, tentei fazer a mesma coisa. Agora quero que modifiquem novamente a voz. Façam-na fi- car mais suave, mais baixa, mais sonolenta e observe todas as mu- danças que ocorrem Este é o tipo de estratégia que pode ser ensinado às pessoas que sofrem de insónia e usada por vocês sem- pre que precisarem.

Por exemplo, Betty disse que a sua voz interior começava a falar mais alto. Como sabe que tipo de perguntas fazer nessa altura dos acontecimentos?

Isto vai depender de onde você quer chegar. É difícil determi- nar exatamente onde é o começo. Porém, prefiro que vocês mesmos experimentem descobri-las. Quando você achar que conseguiu entender toda a seqüência tente fazer a mesma coisa para ver se funciona com você. Por exemplo, talvez o seu parceiro diga: "Vejo a claridade entrando através da ja- nela e digo a mim mesmo 'levante-se' e aí me levanto".

Mas é bom que vocês aprendam as peças-chaves da seqüência. No caso de Betty é a mudança de tonalidade da voz que a faz levantar-se. Se alguém disser: " C r i o uma imagem de mim mesmo me levantando", você deve conseguir mais detalhes. Um diapositivo? É em cores? Você diz alguma coisa? E com que tom de voz? Agora quero que façam a experiência, levando mais ou menos 15 minutos cada um Bom, o que vocês conseguiram descobrir?

Como é que os seus parceiros motivam-se para levantar? Bill: O meu parceiro ouve o despertador, olha para ele e desliga-o. Isto é o que chamamos de "velha rotina de ansiedade". Trata- se de algo positivo porque ela motiva-nos a tomar atitudes". Para outras pessoas a ansiedade impede-as de executar o que desejam.

Suzi: Faço algo parecido com o que o parceiro de Bill faz. Eu me digo que posso descansar ainda um pouco. Mas, à medida que o tempo passa, a imagem do meu atraso fica cada vez maior, mais próxima e luminosa. Você procrastina outras coisas também? Quanto mais demorar mais mo- tivados ficam. O parceiro de Bill tem um gerador interno de ansie- dade.

E Suzi foge do relógio. Frank: Sim, Marge imaginava todas as coisas que ia fazer du- rante o dia e sentia-se bem. Você per- guntou a respeito? Frank: Sim. Isto me pareceu completamente fora da realidade. Marge: Eu a preparo em meados de janeiro. Bom, parece realmente funcionar.

É menos comum e parece muito estranho a Frank, que faz justamente o oposto. Muita gente consegue motivar-se para fazer coisas interessan- tes. Marge: O tempo todo fico pensando o quanto vou sentir-me bem quando tiver terminado tudo. Trata-se de um ponto importante, mas aposto como também faz outra coisa. Marge: Acho interessante o que você acaba de dizer porque ex- plica uma série de coisas que acontecem comigo.

As pessoas vivem me chamando de " P o l y a n a " , pois estou sempre pensando em como vai ser bom quando algo desinteressante tiver sido feito.

Algumas poucas pessoas fazem o inverso como, por exemplo, Marge. Bill: Gostaria de experimentar. Primeiro, pense em algo sobre o qual esteja confuso e que gos- taria de entender.

Bill: Estou pensando Espere um pouco. Só estou interessado na forma. Quero que aprendam o processo que estou demonstrando. Quero que pense em algo similar que você compreenda. Agora quero que tenha duas experiências internas. Ambas têm imagens? Bill: Sim.

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Por exemplo, talvez uma seja um filme e outra um diapositivo. Uma talvez seja em branco e preto, e a outra colorida. Ambas têm som? Bill: Tenho sensações diferentes ao olhar para as duas imagens. Como é que as suas sensações sabem como se sen- tir quando você olha as imagens? Bill: Acho que é porque lhes ensinei. Quero que observem o seguinte. Fiz uma pergunta usando "co- m o " , referente ao processo, e ele respondeu com um "porque".

O que se consegue com um "Por- q u e " é um monte de teoria histórica. Assim, o que se tem, de fato, é o cérebro de outra pessoa. Bill, como é que você sabe que deve ter sensações diferentes ao olhar para as duas imagens? Eu gosto dessa resposta. Isto às vezes acontece. Finja que sabe. A pior coisa que pode acontecer é estar errado.

Sinto-me um pouco tenso. Como saber que perguntas devem ser feitas?

Por exemplo, quando perguntei a Bill se era um diapositivo ou um filme, ele pôde responder logo. Mas, provavelmente, ele nem havia notado essa diferença antes, porque ninguém jamais havia lhe per- guntado isso antes. Mulher: Existe alguma ordem específica para as perguntas? Você perguntou se era um diapositivo ou um filme, antes de perguntar se era colorido ou preto e branco. Se você per- gunta "Qual a velocidade?

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Ao se fazer isto pela pri- meira vez é normal que se vacile um pouco. Agora, passemos à parte mais interessante.

Em primeiro lugar, quero que transforme o diapositi- vo em filme Faça assim. Bob acena. O que acontece ao fazer isto? Sinto-me muito mais à vontade agora. Você tem muito mais informações, organiza- das de uma forma que você possa compreendê-las. Esta é a maneira natural como Bill aprende a compreender alguma coisa. Algumas vezes sim. As pessoas sabem muito mais do que acham que sabem. Nada foi acrescentado.

Mas, se as perguntas ajudarem a organizar os dados disponí- veis, talvez ajudem-nos a compreender. Isto é o que chamamos de "aprendizado passivo".

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Isto é chamado de "aprendizado ativo". Agora, Bill, quero que tente de outra maneira. Bill: Agora fiquei tenso e confuso. Vocês conhecem aquelas pessoas que acham que entenderam algo, quando a realidade é outra? Isto às vezes acontece aleatoriamente e outras vezes pode ser induzido por outras pessoas. Agora, quero que repitam o que acabei de fazer com Bill.

Se ele entender, muito bem. Lembre-se que ninguém entende tudo perfeitamen- te. E isto é bom. É o que torna a vida interessante. Façam isto em 15 minutos para cada pessoa.

Quando eu regulei o ajuste consegui entender me- lhor. Ela teve que diminuir a velocidade e de- pois se afastar fisicamente para poder tomar distância e compreen- der melhor. Homem: O meu parceiro é um cientista. Quando sente-se con- fuso ele vê filmes das coisas acontecendo — o que ele chama de "ma- téria b r u t a ". Quando começa a entender, ele vê pequenos diagra- mas sobrepostos aos filmes. Estes diagramas ajudam-no a conden- sar os acontecimentos e os filmes ficam cada vez mais curtos até que ele tenha o que chama de "movimento de imagens fixas".

Trata-se de uma imagem fixa com um diagrama superposto que indica todas as maneiras diferentes que uma imagem fixa pode transformar-se em filme. Esta imagem fixa ondula ligeiramente. É muito econômico. Esta é ótima. Faz sentido para vocês? Quando estou confusa só tenho uma imagem, indistinta. Mas quando o meu parceiro entende alguma coisa, a imagem fica sempre à sua direita.

Alan: O que a minha parceira faz é bem incomum. Ela tam- bém achou esquisito? Alan: Também. Seria algo como passar a um tipo de processo de nível inconsciente inferior? Claro, você pode ter deixado de lado algo importante. Por exemplo, com certeza trata-se de alguém que deve ser o que chamamos de " a alma da festa". Deve ser uma pes- soa calorosa, porque tudo o que ela precisa para sentir que entende alguém é tornar indistintas as suas imagens.

Ela pode fa- zer isto rapidamente e gerar muitas sensações ao assistir a este filme luminoso. Imagine o que aconteceria se uma mulher assim se casasse com alguém que precisa ver as coisas de uma maneira clara para poder compreendê-las.

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Ele diria coisas do estilo: "Agora, para tornar as coisas mais claras", o que a confundiria. Se ele reclamasse que tudo estava confuso, ela sorriria e ficaria satisfeita, mas ele se sentiria frustrado. Assim, ele tentou compreender o processo do seu parceiro. Ao fazer isto, ele teve uma nova maneira de entendimento que lhe abriu as portas de um mundo totalmente diferente. Homem: É verdade. Façam isto com o mesmo parceiro de antes.

Talvez deixe de lado alguma coisa na primeira tentativa e tenha de voltar e tentar de novo. O objetivo é ter a experiência da maneira de compreender de outra pessoa.

Talvez funcione muito bem com um problema qualquer que tenha. Vocês têm 20 minutos para fazer o exercício As cores eram magníficas e senti uma espécie de calor e excitamento o tempo todo.

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Com certeza foi diferente! Meu parceiro vê duas imagens emol- duradas sobrepostas. Ele sente que entendeu quando as duas imagens ficam equiparadas. Ao tomarmos para nós a maneira co- mo a outra pessoa compreende, estaremos entrando no universo da- quela pessoa.

Quantos tinham mais ou menos a mesma maneira de compreender que o seu parceiro? Cerca de oito em E aqui es- colhemos as pessoas ao acaso. É mais fascinante ainda se escolher- mos pessoas muito bem-sucedidas. Gosto de sa- ber como pessoas realmente excepcionais fazem as coisas. Um ho- mem de negócios muito bem-sucedido, do Oregon, fazia o seguinte com qualquer projeto que queria entender: ele começava com um diapositivo e aumentava-o até que ficasse panorâmico e ele estivesse dentro dele.

Em seguida, transformava-o em filme. Assim que o filme começava a pas- sar de novo, ele entrava dentro dele. Cada um de nós tem cerca de um quilo e meio de matéria cinzenta que usamos para entender o mundo à nossa volta.

Parece im- pressionante, mas, basicamente, trata-se de " N a d a pode ser feito a respeito". Sim, entendo". Este é um exemplo do qual estou falando. Conceitos ajudam, mas só nu- ma base experimental, e só se permitirem que se faça algo diferente.

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Isto é de- monstrado por todas as religiões do mundo. No entanto, nas cruzadas, matavam- se alegremente os muçulmanos, e a Maioria Silenciosa quer mais mís- seis para matar mais alguns milhões de russos. Parece simples. Isto vai permitir à pessoa aprender algo de novo e ver e ouvir o mundo de uma forma diferente. Isto sig- nifica que vocês continuam a perceber o mundo da mesma maneira que quando chegaram aqui. Assim, sempre que ficarem confusos, fiquem estimulados pelo novo conhecimento que os espera.

Isto evita que ele se sinta seguro demais a respeito de alguma coisa. Quanto mais filmes diferentes ela tiver, mais tem certeza de que compreendeu realmente bem alguma coisa. Se tenho mais, compreendo melhor. Mas nunca entendo comple- tamente. Isto é o que eu chamaria de bloqueio. A pri- meira delas é a seriedade, como, por exemplo, "Se levar a sério".

Estar certo, ou seguro, é a segunda praga.

O evento já encerrou...

Pode-se perguntar a alguém: "Tem certeza o bastante para ficar incerto? A terceira praga é a importância, e a auto-importância é a pior de todas. Uma vez parei em frente a uma mercearia, numa cidade do in- terior perto de onde morava. Um homem veio correndo e disse, rai- vosamente: "Meu amigo me disse que você esbarrou em m i m ".

Você quer que eu o faça? Quando me dirigi ao carro, ele estava vermelho de raiva. Eu entreguei a ele um dos sacos de compras e ele o segurou.

Abri a porta do carro, coloquei os ou- tros três sacos, peguei o saco que ele estava segurando, coloquei-o também dentro do carro, entrei e fechei a porta. A certeza é uma das coisas que mais impede o progresso da hu- manidade. No entanto, a certeza é, como qualquer outra coisa, uma experiência subjetiva que pode ser mudada.

Escolha uma lembrança bem detalhada de quando você tinha certeza absoluta de que com- preendia alguma coisa. Uma experiência de aprendizado: talvez esti- vessem ensinando-lhe alguma coisa. Quando tiverem terminado, pensem naquilo que aprenderam ou compreenderam. E vocês? Aconteceu a mesma coisa? Quero saber se a sua experiência sobre o que aprendeu é diferente?

Nenhuma diferença? Pare e pense um pouco. Isto lhe deu uma nova perspectiva. Agora, você sabe algo a mais sobre aterrissar do que antes?

Ben: Sim. A experiência continua a mesma? Os detalhes mudaram. A seqüência dos acontecimentos foi ordenada de ma- neira diferente. A seqüência foi ordenada de maneira diferente. Sally: Sim. Diferente, como? Ou que poderia fazer de forma diferente, agora? Isto teve alguma influência sobre o seu comportamento? Pensem em duas experiências: 1 ser capaz de fazer al- go, e 2 ser incapaz de fazer algo. Primeiro passem a seqüência , primeiro capaz e segundo incapaz de fazer algo Agora passem a seqüência , primeiro incapaz e depois capaz de fazer algo As experiências que vocês tiveram na vida aconteceram numa certa seqüência.

Ima- ginem o que poderia ter sido feito de interessante se aquelas pessoas tivessem pensado: "Incrível, isto funciona mesmo! O que mais po- deria ser feito? Que outras maneiras existem para se movimentar al- guma coisa, além de usar caixas de metal e de voar em tubos de me- t a l? Podemos pensar em qualquer comportamento como sendo mobilizado pelas convicções que temos. Podem fazer com que pessoas absolutamente encantadoras saiam matando gente por cau- sa de um ideal e sintam-se bem a respeito.

Do momento que conse- guimos encaixar um comportamento dentro do sistema de convic- ções intimas de uma pessoa, podemos conseguir com que façam qual- quer coisa ou impedi-los de fazer qualquer coisa. Assim que lhe mostrei que o seu comportamento abusivo era o mesmo dos cafetões, nada mais podia fazer, sem violar as suas próprias convic- ções. Também, convicções podem ser mudadas. Todos acreditamos em coisas, quando crianças, que agora consideramos ridículas.

Lou: Tenho uma assim. É lumi- nosa, vívida e cheia de detalhes. É mais di- fusa e indistinta e fica como que acendendo e apagando. Lou: Quando faço isso, a imagem fica automaticamente menor, e menos impressionante. Assim a moldura aumenta o tamanho e tem mais im- pacto que o tamanho em si. Assim, quando ao mudar a luminosidade, a intermitência das luzes também muda. Passe-a do centro do seu campo visual para a sua direita Lou: Estranho. Ficam menores, menos claras e fora de foco.

A moldura desaparece e a imagem começa a piscar. Coloque esta imagem de volta à sua frente. Antes de fazermos isso temos de colocar algo em seu lugar. Lou: Bem, nunca parei para pensar nisso. Agora vamos fazer o que chamo de teste ecológico. Deixe-a de lado por um instante. Lou: É. Lou: Certo. Ao fazer isto, observe como uma moldura aparece e fica maior, mais luminosa, mais acentuada e mais vívida Lou: Mas, é incrível! Dê um minuto ou dois para que essas mudanças se sedimen- tem, enquanto respondo a uma ou duas perguntas.

Raciocinem comigo. O que estaríamos fazen- do? O que poderia acontecer se alguém crê firmemente em duas idéias contraditórias? De- pois, a outra assume o comando e reorganiza a pessoa de uma ma- neira bem diferente.

Uma é que desco- bri uma mudança de submodalidade que faz realmente uma grande diferença na experiência dela. Isto acontece com freqüência com quem acabou de ser des- pedido, ou quando um amigo ou parente morre. Ele me con- tou que abandonou a faculdade e ficou num estado completamente nebuloso por seis meses.