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MUSICA ZINHO E ZAO BAIXAR


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Um concerto de notas graves saudava o por do sol, e confundia o rumor da cascata, que parecia quebrar a aspereza de sua queda, e ceder à doce influéncia da tarde. Particularmente, ao contrario, e desde que se inclinasse a alguém, convidava fortemente a amal-o ; era ijiano e simples, amigo e confiado. Os íirqueologQS acharam, soterradas no Egito, as pedras nas quaes os grandes imperadores referiam seus triunfos. Quais de vós sois, como eu, desterrados no meio do gênero humano? M ais quin ze minutos d e descanso e es tariam prontos para cami nhar um pouc o mais. I - Sim. Um g emido foi escutado de um c anto do quar to bem e mbaixo da j an ela de Tibor. T ibor, além de dolor ido, estava ficando ir ritado. Vocêfeito porteiro! O lug ar de vocês é per to da nature za! El a escond eu meu pode r de mim! E ficaram e m silênci o. Marcolina ficou onde estava, e F. II tx Uma criança triste, magra, mirrada como as plantas teií- ras, expostas a todo o ardor do sol, tal era Benedita".

Clique agora para baixar e ouvir grátis Barnabé Especial Piadas Poemas músicas do CD. PIADAS Baixar; ZINHO E ZÂO Baixar; Caipira Barnabé com Luis Gustavo e Luis Augusto - O Zinho e o Zão (Clipe Oficial) BAIXAR MÚSICA - O ZINHO E O ZÃO MediaFire. Conheci na minha cidade o Zezinho e também o Luizão / Eram gêmeos, mas não parecia o apelido era Zinho e Zão / Mas depois que ficaram mocinhos ficaram. Conheci na minha cidade / o Zezinho e também o Luizão / eram gêmeos mas não pareciam, / o apelido era Zinho e Zão / mas depois que ficaram mocinhos. Venha ouvir O Cheiro Dela, Além De Mim, Carminha e muitas outras músicas!.

Suavam copiozamente sob o fato dos grandes dias, enforcados nas gravatas multicores, atadas eni laços extravagantes, sobre os quaes caiam moles, ensopados de suor, os grandes colarinhos. De instante a ins- tante enxugavam-se nos lenços de chita que em seguida, dobrados cuidadozarnente sobre os joelhos, eram guardados dentro os chapéus, virados de copa para cima em baixo das cadeiras. E, cochichando entre si, os jurados apontavam-no uns aos outros. Aquelle sujeito era o José Tapuio, que ali estava tranquilo, indiferente no meio do aparato do tribunal.

Concluida a chamada e verificado o numero legal, disse, metendo, de novo os papelinhos na urna, um a um. O juiz aprezentou-lhe a boca da urna, e depois de re- mexel-a bem, disse-lhe : — Tire, yôyô. Acertos nomes, o promotor, um bacharel novo, recen- temente formado, de pince-nez de ouro no nariz fino, ou o advogado da defeza, um magricela, de olhos pequenos e vivos e gestos acanhados, diziam brevemente : — Recuzo. Coita- dos delles, que aguentavam com toda a carga do jure. Os escolhidos pela sorte e aceitos pelas partes iam tomando assento numa meza comprjda no meio da caza, sobre a qual alguns estendiam os braços, sem respeito.

O juiz chamou-os para prestarem o juramento do estilo. E voltavam a sentar-se cheios de gravidade, esbarrando uns nos outros, arrastando os pés. José levant ni-se, acanhado e contrafeito, e veiu até junto da meza do juiz. E começou o interrogatório : — Como você se chama? E o juiz fez-lhe sucessivamente as perguntas da praxe. Elle calou-se de novo, sempre com o mesmo sorrizo vexado no rosto abaixado. O juiz con- sersava com o promotor, uma palestra alegre, a julgar pelas boas rizadíhhas patuscas que de vez em quando soltavam ambos, com um reciproco piscar d'olhos bejeiro.

Cabeças raetiam-se pelas portas, espiavam cario zas e recolhíam-se prontas. Gançados pfelo esforço da sua Ímproba. Moscas zumbiam doide- jâiites no ar. De fora. Este por fim terminou. Seiíhores juizes de fato!

O sujeito quê dormia com o queixo escorado no peito, sentihdo-se interpelado acordou. Depoz na meza o libelo e passando o lenço pela testa, tirou do peito, com um som trajico, esta palavras : — - Meus senhores! Fez ainda uma breve pauza e começou deveras. O moçolevantou-se e principiou, com a sua vozinha doce. O seu semblante, porém, quando o levantava para a gente, revelava inteli- jencia ou, pelo menos, vivacidade.

A' vista da resposta do jury, o juiz condenou-o ao médio da pena do art. Que massada Dai a dois ou três dias, uma manhan, correu na cidade um boato extravagante.

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Alguns cufiozos décéram ao - 27 -. Por suas palavras 6 pelo seu corpo, zebrado pelas marcas azues do chicote, a rapariguinha confirmou o dito do indio. Agradecidos, os pais ofereceram-lhe café e cachaça. EUe bebeu e partiu em seguida e nunca mais souberam delle.

Vendo Benedita, apenas um bom sorrizo iluminou de relance a larga cara fosca do tapuio. O majistrado, perguntou-lhe : — Conhece esta rapariguinha? E' o cazo de Homero, si este nome reprezenta um só individuo.

Desde o século xvii nós contamos poetas e escritores de proza. E certo que o aguilhoava também o interesse e que a sua obra é um memorial ao Soberano, mirando concessões pessoaes. Só têm literatura pró- pria, sua, orijinal, os povos que têm lingua própria. Si tal viesse a ac nos daria uma.

Lourenço e Lourival com Luis Gustavo e Luis Augusto - Menina da Aldeia (Clipe Oficial)

Falton-lhe sempre o principio da solidarie- dade, o que mostraria carência do sentimento nacional. Falton-lhe sempre comunicabilidade, isto é, os seus escri- tores, que enormes distancias e a dificuldade extrema das comunicações separavam, ficaram estranhos uns aos outros.

O que. Como se diz em ta- tica militar, o contacto jamais se estabelece entre os escritores ou entre o seu pensamento. Esta faltadecontacto continua ainda hoje, eé maior agora do que foi por exemplo no periodo romântico. Verifico apenas um fato com a indiferença com que o faria no dominio da geolojia. Parece um paradoxo, mas é simplesmente uma verdade. É pois a deficiência da cultura geral dos escri- tores de todo o género no Brazil, uma das falhas da nossa literatura.

A caza Garnier editou as sua obras com- pletas em três volumes. Formado em direito peia Faculdade de S. Poeta, novelista, critico e jurisconsulto. Paulo, Minas e Rio de Janeiro. Sucedeu-lhe na Academia o dr. Pedro Lessa. Cântico dos Cânticos. Imajina um olhar — mistério e sonho, Cheio de luz, de gloria, de doidice E vêr o andar de Alice. Se um dia visses no alcantil dos cerros A imaculada neve que caisse, Verias, aí de mim!

Ja deitar -se a dormir ; mas antes, como costumava, veiu fumar um cigarro para a janela. Amorteceu a Ittí do bico de gaz ; tomou o chapéu de feltro, pendente deuina das maçanetas da estante de ferro : verificou os níqueis que restavam no bolso do colete, e deceu a escadaria. Atraido pela curiozidade, acercou-se discretamente, deitando fora a ponta do cigarro. Ficaram, pois, a sós, a rapaz e a rapariga, a velha e o neto, que era o adolecente amarelo, sem falar no defunto.

Deu-se, o ano passado, nesta freguezia, um facto sin- gular : morreu um pobre homem do povo, camarada e jor- naleiro, e a morte delle foi geralmente falada, comentada e até sentida. Delle e destes factos ha ainda aqui viva memoria. Esta gente do povo tem o nome pequeno. Talvez por isso conse- gue, quazi sempre, trazel-o mais tempo limpo que os gran- des nomes.

Pois era até beni acreditado, em toda a freguezia e redon- deza, o nome do camarada. Era cazado, cazado ha quinze anos, com uma caboclinha da vizinhança, chamada Marcolina. Tinha negra que a servia. Também era o Ídolo delle. O marido, depois de quinze anos de cazado, morria ainda por ella. Amarrotava nervozo o chapéu de pelo de lebre ; pela primeira vez via-se-lhe carregado o rosto, sem- pre expansivo e alumiado de alegria ; deu bons dias com voz surda e estrangulada.

E engasgou-se com este nome, que rujiu mais que articulou. O caboclo teve um sorrizo sinistru : — Agora Estava medonho de vêr-se. Uma vez, em vésperas de uma viajem que F.

Mas um sorrizo — hor- rível sorrizo de caveira — arregaçou-lhe os beiços finos ; diligenciava mostrar-se rizonho, e aquelle rizo ainda mais assustava. Marcolina ficou onde estava, e F. Iam lonje ; durava uns três mezes a auzencia.

Viajavam pela provincia de S. Uma madrugada, ia F. Mais tarde, conversou F. Uma serhaha depois, estavam de volta em S. Vinha profundamente triste o camarada. Nâb séi que diacho de couza é esta. Nessa mesína tarde, o doiltor Àt-thur, o medico, dizia â F.

O caboclo recuzou com um gesto dezabrido : — Muito obrigado, mas dispenso. Era um homem, o caboclo! Uma madrugada, ouviu soluçar aos pés da cama ; olhou. Era Marcolina. Acendeu o olhar para ella, e logo o des- viou enojado. A mulher fujiu espavorida. Literator jurisconsulto, lente da Faculdade de Direito de S. Paulo, éhoje um dos Ministros do Supremo Tribunal. Tem sido grande a sua actividade de publicista e jurisconsulto.

As pajinas, adiante extractadas, fazem parte dos seus : Estudos de Philosophia do Direito Esse principio, de que tanto cabedal fazia Leibnitz, manifesta-se no mundo physico sob a forma de lei da cau- salidade, e no mundo psychico sob a de lei da finalidade. O metal que se oxyda, conserva-se inerte. O espirito que se resolve, actua. A vontade dirigida exclusivamente para o eu denomina- se egoísmo. Téi-èmos, além do interese, mais um ou alguns motivos propulsores da vontade do homehi?

O direito protege os dois interesses — a vida eo património, dando a cada individuo a faculdade, ou poder, legal, que se chama direito subjectivo. O reconhecimento de um di- reito subjectivo quer dizer que existe alguma coisa para nós, que o Estado garante a posse, o uso, ou o gozo dessa coisa.

Ao direito corresponde o dever jurídico. Ter um direito é ter um poder sobre alguma coisa das quatro espécies men- cionadas, equivale a saber que alguma coisa existe para nós. A esses três princípios Ihering chama as pedras angulares de toda a ordem juridica e moral : porquanto, todas as normas que regulam as relações dos indivíduos e dos povos decorrem dessas três affirmações fundamentaes. Como se explica a disciplina, a har- monia, a unidade da vida social?

Ha um conjuncto de moveis e energias que realisam esse accordo, e que Ihering denomina a mecânica social. Para satisfazermos as nossas necessida- des, precisamos dos nossos semilhantes. A prova disso é que em épocasremotas se conseguia gratuitamente o que hoje só obtemos pelo dinheiro. Perten- cem ao domínio da justiça, ou da lei, os contratos pelos quaes os homens obtêm os meios de satisfazer suas necessi- dades?

A medida fofriecida pêlo egoismt é o melhor critério da "conveniência ilès con- tratos. O apparelho utilisado pela sociedade forma-se, e. O commercio jurídico, que, como acabamos de vêr, se realisa pelos contratos em que ha prestações de serviços ou de coisas, e pelas associações, ainda encerra a efficacia de produzir a independência do individuo, a igualdade das pessoas e a ideia de justiça.

O commercio juridico é também um factor de igualdade : pois, só conhece um poder, o dinheiro. Por isso, Ihering chama ao dinheiro o verdadeiro apostolo da igualdade. Nas idades, mais re- motas, como em os povos mais atrasados actualmente, o mais forte da coUectividade é quem, impellido pelo seu inte- resse, coage os consociados à pratica dos actos que lhe apraz ordenar.

Nesse periodo da vida social, o egoismo dos fortes esmaga os fracos. Mas, pouco a pouco se vae esclarecendo e orientando o próprio egoismo. Em vez de matar o vencido, o vencedor, guiado pelo seu interesse bem comprehendido, faz delle um escravo.

Sempre o fim pratico a dirigir o homem ; sempre a lei da finalidade a dominar a vontade. Esse domínio primitivo da força era ncessario. De creadora do direito se transformou em serva do direito organisado. O egoísmo, ou o interessOj regulamen- tado, subordinado a normas, é protegido pela força. Na legitima defesa se nos depara a primeira applicaçao da força, de que necessita o fim da existência humana.

Ameaçado em sua vida, ou em seu corpo, o homem repelle a força pela força. O èonjuncto das normas que -formam essa disciplina, é o direito. Só as prescripções garanti" das pela força do Estado constituem normas juridicas. O Estado é a unicà fonte do direito.

Norma quer dizer — regra segundo a qual o homem deve dirigir sua conducta. Toda norma é um imperativo, e o imperativo só se comprehende, quando alguém tem o poder de impor sua vontade a outrem. O imperativo suppôe sem- pre duas vontades.

A ordem moral do mundo é mantida por três espécies de imperativos : os do direito, os da moral e os dos bons costu- mes. O fim pratico da justiça é a igualdade.

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Ao legislador compete realisar a justiça interna. Ao juiz — applicar a justiça ex- terna. Que vale a igualdade, quando é certo que podemos ser todos iguaes na miséria? A lucta dos que soíTrem contra as classes privilegiadas abala todo o organismo social, e é prenhe de consequências funestas para todos os membros componen- tes do todo.

Applicando- se um tratamento igual a seres desiguaes, o resultado seria a mais flagrante das des igualdades. Nenhuma sociedade resistiria a tal regimen. Eis a base da verdadeira justiça.

E' sempre o egoismo que disciplina o homem, e o im- pelle a formar normas jurídicas. Sabemos ape- nas que a sociedade exige de seus membros certas acções e abstenções. Mas, qual a causa, e qual o fim, dessas injunc- ções? A sciencia é uma eterna investigadora ; mas, esta descobre, e as verdades que ella descobre, constituem- Ihe uma acquisiçao perpetua, um património parasempre.

No seu domínio, nenhum poder tem o dom de revestir o erro da autoridade da verdade. A verdade é uma só, e tudo oquedellaseafastaéerro. Epr situações diversas a vontade actua differen- temente, e, sem embargo, pôde ser sempre justa e oppor- tuna. Ha, sem duvida, regras de direitos, adraittidas por todas as nações ; todos os povos punem o assassino e o bandoleiro, todos consagram o Es- tado, a propriedade, a família e o contrato. O direito é uma sciencia que tem por objecto a opportunidade! Indagar o fim das instituições — eis o mas elevado objecto dà sciencia jurídica.

Qual é o fim do direito? O fim dos actos de todo animal é a realisaçao de suas condições de existência. E, entretentanto, para o homem que zelaasuahonra, sem esta que valor teria a vida?

Se o direito tem por objecto as condições de vida da so- ciedade, como se explica o facto de prohibir aqui o que além autorisa ou ordena? O ensino elementar hojeé obrigatório.

O ensino obrigatório estabe! Cada uma dessas concepções tem o seu momento opportuno. Qual desses modos de vêr era o verdadeiro? Ambos, cada um na sua época. Na idade media, por exemplo, a sociedade, inspirada pela Igreja, punia com as, mais severas penas as feiticeiras e os magicso. A isso responde Ihering, distinguindo entre condições objectivas, reaes, da vida social, e condições sub- jectivas, isto é, erroneamente consideradas taes.

A socie- dade e a Igreja na idade media estavam convencidas de que os magiscos e as feiticeiras constituíam uma séria ameaça para as próprias bases da sua existência ; e, conse- quentemente, o motivo que subjectivamente armava o seu braço era a garantia das condições da vida social. As condições de vida da sociedade se dividem em três classes : extra- jurídicas, mixtas e juridicas.

O direito nada tem que vêr com as primeiras, que dependem da natu- reza. Quando o mestre obriga q 4iscipulo a estudar, o discipulo soffre um constraiigirpento imposto pelo seu inte- ressp : como em virtude da pouca idad.

Nem todos chegam a comprehender que o interesses geral e p interesse particular se reduzem a um só interesse.

Eis, a largos traços, e, tanto quaptp foi possiyel, pelas próprias palavras do autor, a íUeoria philcsophicQ-juridica de Ihering. Da resumida exp. Era formado era direito pela Faculdade de S.

Foi jornalista, deputado, mi- nistro de Estado. Nunes Machado. Prozador e poeta. Escreveu : proza : Historias para gente alegre, 2 vol. Biografia de Carlos Gomes ; poezia : Corymbos e Sonetos e rimas. Depois de um longo e tenebrozo inverno. Eu quiz também rever o lar paterno, O meu primeiro e virjinal abrigo : Entrei.

Era esta a sala Rezistir quem Jiade? Como dois gémeos silfos animados, Vi-vos hontem pairar entre os fulgores Do baile, ariscos, brancos, tentadores Mas, ai de minr! Resta saber. Anjo faceiro. Se acertou na medida o sapateiro : Mimozos pés, calçai este soneto.. Nas cerrações perdida Vejo-te apenas, Guanabara altiva Os morros bemfazejos Metem na bruma ós cimos altferozos Ventos da tarde, ventos lacrimozos.

S alvas plagas, os profundos brejos, Ficam além, além! Adeus, gostozos Tormentos do passado! Adeus, oh gozos! Adeus, oh velhos e infantis dezejos! Na fujitiva luz do sol cadente. Vai-se apagando — ao lonje — tristemehtÈ Do Corcovado a majestosa serra : O mar parece todo um só gemido Oh minha terra! Eu a chamava e ellà ríie fujia. Lisboa Louco, dizíeis vós! Tnsensatosj sabei! A ninfa.

Ouço um rumor, e cautelozo, astuto Apalpo as folhas estendendo o braço. Fauno talvez! Se n'aquelle momento um deus eu fosse. Ao vento a flor e o fruto desprezando, Minha fora esta deuza que é, passando, Mais que a flor, mais que o fruto bela e doce.

Dizer-se que este braço esteve outrora Prezo ao torso d'um bode! Fez-se conhecido e distinto como autor de sonetos, publicados em jornaes e revistas. E' bacharel em direito pela Faculdade de S. Theogonias, visões atrozes dos prophetas, Emmaranhadas no orce onde se aíTunde a crença Rinchavelham, ouvi. Alma, sombria, encetas Um novo passo, e, a sós, pi:. Cospe o incêndio ignea fornalha, Afla como um ginete esporead j o vento, E arremette e derroí;a o velho rito odiento.

II Vem doirar esta sombra e entresachar a graça O' pompa matinal! Vanios envelhecendo Depois, o sonho dura apenas uma noite Tudo deixo por ti : — livros, glorias, prazeres.

Ambições de poder, de fausto, de riqueza, E feliz viverei, Sarah, se tu viveres. Ninguém, nem Margarida — o aroma da innocencia — Tratava com mais zelo o seu ideal na terra, O seu mesmo sentir, a sua mesma essência, Que tudo, a um tempo, abrange, embebe, insufla e encerra, Quando a mulher nos surge em plena adolescência Da antiga felicidade Que resta, para que eu viva!

Uma larva de saudade Que do amor se fez captiva. Como um espectro caminho Nas sombras do meu Occaso. Deixa que eu viva cantando Deixa que eu morra sentindo A dor de te ver gozando, A dor de te ver sorrindo.

Qu'importa cahir na estrada, E morrer, se assim o ordenas? Guarda em teu seio impolluto, Guarda no altar de teu sonho, A minha imagem de lucto No seu sepulchro tristonho. Com os ventos iracundos! Para traz, para traz, monstros de forma humana, Tenebroso instrumento Da morte, a que ge3'sér ou catacumba insana Pediste este tormento?

O grito atroador e agudo do Milvago Corta a montanha oval. Segue-te com terror o duro porte o lago. Dormem as juritys Protegei-me e amparai-me, e, sobrestando o passo A' turba dos incréos, Fazei com que do Inferno ou do damnoso espaço, 'l Da fauce dos vulcões, d'alma dos escarcéos, Alguma cousa desça em forma de castigo Sobre tamanho crime! Ficar o tiê cem tecto e a rola sem abrigo!

Risonho, o céo me traz seus copiosos mimos Em róridas canções. Garridos jacamins baixam dos altos cimus Sobre estas solidões Tudo quer um legar, um recanto, um pedaço, Da marchetada sombra onde os meus ninhos teço. Os sahis me vêm dar os bons dias, e tornam Aos seus lares, depois. Sem colher de Aphrodita os fructos, cacho a cacho! Pois toda esta poesia, Estes hymnos sem par, estas vozes celestes.

Gomo anjos sublevados, Mais nefandos, talvez, que o lodo das marés. Que as escorias de Biblo e o anthro de Calahorra? Oh I minhas aracuans, meus cónoros ruidosos. Que tem que a ave gorgeie e a agua silvestre corra Entre ninhos febris e frocos sonorosos?

Que tem? Elles — os passarinhos Querem sestear a gosto em suas selvas longas Que a sombra illuminada De tanta fé me envolva e me salve, Senhor! Que este concerto aqui seja um éco distante Da bondade infinita. Da candura ideal, do idylio balbuciante Que em todo o céo palpita.

Caçadores, que mal vos fiz eu? Foi o primeiro presidente da Academia. Escreveu : poezia : Crizalidas, Falenas, Americanas, Poesias, ed. A's vezes recatada, outras estouvadinha, Caza no mesmo gesto a loucura e o pudor ; Tem couzas de criança e modos de mocinha, Estuda o catecismo e lê versos de amor. Tem na alcova em que dorme, e descansa de dia, A cama da boneca ao pé do toucador ; Quando sonha, repete, em santa companhia.

Os livros de colejio e o nome de um doutor. Entre as azas do inseto, a voltear no espaço. Uma couza lhe pareceu Que surdia, com todo o resplendor de um paço, E viu um rosto, que era o seu.

Era elle, era um rei, o rei de Cachemi. Mas o melhor de tudo é que no rosto aberto Das mulheres e dos varões, Como em agua que deixa o fundo descoberto, Via limpos os corações. Com longo olhar escruto a sombra. Tinha o aspeto De um lord ou de uma lady.

E pronto e reto, Movendo no ar as suas negras alas, Acima vôa dos portaes. Trepa, no alto da porta, em um busto de Palias ; Trepado fica, e nada mais. Diante da ave feia e escura, Naquelía rijida postura. T- II. Parece, ao ver-lhe o duro cenho, Um demónio sonhando. Gosta das longas Solidões em que se ouve o grito Das arapongas.

Mas, por menos curiozo que seja, sempre lhe digo que é interessante saber o que se passou na minha cabeça durante uns vintes a trinta minutos. Priraeiraraente, toraei a figura de um barbeiro chinez, bojudo, destro, escanhoando um mandarim, que me pagava o trabalho com beliscões e confeitos : caprichos de mandarim. Logo depois, senti-me transforraado na Summa Theologica de S.

Tudo neve ; chegava a gelar-nos um sol de neve. Tentei falar, mas apenas pude grunhir esta pergunta ancioza : — Onde estamos? Fiquei vexado e aturdido. Emquanto assim pensava, Íamos devorando caminho, e a planície voava debaixo dos nossos pés, até que o animal estacou, e pude olhar mais tranquilamente em torno de mim.

Olhar somente ; nada vi, além da imensa brancura da neve, que d'esta vez invadira o próprio céo, até ali azul. Talvez, a espaços, me aparecia uma ou outra planta, enorme, grutesca, meneando ao vento as suas largas folhas. Caiu dó ar? Ao ouvir esta ultima palavra, recuei um pouco, tomado de susto.

Natureza, tu? E porque Pandora? Grande laciVo, espera-te a voluptuozidade do nada. Para que queres tu mais alguns instantes de vida? JPara devorar e seres devorado depois? O minuto que vem é forte, jooundo, 4upõe trazer em si a eternidade, 6 trae a morte, e perece como o outro, mas o tempo subsiste. Bgõismo, dizes tu? Sobe e olha. Isto, dizendo, arrebatou-me ao alto de uma montanha. Tal era o espetaculo, acerbo e curiozo espetaculo. Para descrevel-a seria precizo fixar o relâmpago.

Eram as formas varias de um mal, que ora mordia a vicera, ora mordia o pensamento, e pa. Talvez alegre. Meu olhar, enfarado e distraído, viu emfim chegar o século prezente, e atraz d'elle os futuros. Era efetivamente um gato. Vizões valem o mesmo que a retina em que se operam. Um politico, tomando a ver aquelle corpo, acharia nelle a mesma alma dos seus corelijionarios extintos, e um histo- riador colheria elementos para a historia. Nesse ano entrara eu para a imprensa.

Pedro, a meio caminho das ruas do Cano e dos Ciganos. Relevai esta nomenclatura morta ; é vicio de memoria velha. Na manhan seguinte, achei ali Bocayuva escrevendo um bilhete.

É difícil fujir a ellas, quando se recordam couzas idas. Ouro Preto fltava-a com a cabeça erguida e certo gesto do repto ; Sinimbu parecia apenas mostrar ao colega um trecho de muro, indiferente. Tal era o homem que conheci no Senado. Tinham feito ou visto fazer a historia dos tempos iniciaes do rejimen, e eu era um adolecente espantado e curiozo. E tirava-lhe as cans e as ru- gas, e íazia-os outra vez moços, ardegos e ajitados. Os senadores compareciam regularmente ao trabalho. Uma particularidade do tempo é que muitos vinham em carruajem própria, como Zacharias, Monte-Alegre, Abrantes, Caxias e outros, começando pelo mais velho, que era o marquez de Itanhaem.

A edade deste fazia-o menos assíduo, mas ainda assim era-o mais do que cabia esperar delle. Nas ceremonias de aber- tura e encerramento agravava o aspeto com a farda de senador. Dissentiam sempre, mas é próprio das famílias numerozas brigarem, fazerem as pazes e tornarem a brigar; parece até que é a melhor prova de estar dentro da humanidade.

Nenhum tumulto nas sessões. Nabuco e algum outro dos principaesda cazagozavamdopri- vilejio de atrair grande auditório, quando se sabia que elles rom- piam um debate ou respondiam a um discurso. A prezidencia de Abaete redobrou a disciplina do reji- mento, porventura menos apertada no tempo da prezidencia de Cavalcanti.

Elle che- gou-se-lhe e mostrou-lhe um maço de cédulas, que acabava de tirar escondidas da algibeira de um ajente contrario. O rizo que ai com- panhou esta noticia nunca mais se me apagou da memoria. No meio das mais ardentes reivindicações deste mundo, alguma vez me despontou ao lonje aquella boca sem nome, acazo verídica e honesta em tudo o mais da vida, que ali viera confessar candida- mente, e sem outro premio pessoal, o fino roubo praticado. O Senado contava raras sessões ardentes ; muitas, porém, eram animadas.

Zacharias fazia reviver o debate pelo sarcasmo e pela presteza e vigor dos golpes. Politicamente, era uma natureza seca e sobranceira. Particularmente, ao contrario, e desde que se inclinasse a alguém, convidava fortemente a amal-o ; era ijiano e simples, amigo e confiado. Nabuco, outra das principaes vozes do Senado, era especialmente orador para os debates solenes.

A palavra do velho Nabuco era mode- lada pelos oradores da tribuna liberal franceza. Gomo o recinto era pequeno, viam-se todos esses gestos, e quazi se ouviam todas as palavras particulares. Quaesquer que fossem, porém, as dezelegancias fizicas do senador por S. Paulo, e mau grado a palavra sem sonoridade, era ouvido com grande res- peito, como Itaborahy. Quaiido tinha de responder a alguém, ia sentar-se ao.

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Um dia vi ali aparecer um homem alto, suissas e bigodes bran- cos e compridos. Era um dos remanecentes da Constituinte, nada menos que Montesuma, que voltava da Europa. Foi-me impossível reconhecer naquella cara barbada a cara rapada que eu conhecia da litografia Sisson ; pessoalmente nunca o vira.

Era, muito mais que Olinda, um tipo de velhice robusta. Ao meu espirito de rapaz afigurava-se que elle trazia ainda os rumores e os gestos da assem- bléa de Era o mesmo homem ; mas foi precizo ouvil-o agora para sentir toda a veemência dos seus ataques de outrora. Uma vez, por exemplo, encheu a alma de Souza Franco de grandes aleluias.

Encarecia com adjetivos : excelentes, ilus- trados, conspícuos ministros do Tezouro, mas da Fazenda nenhum. Souza Franco quiz rezistir ; mas o riso recolheu-se por si mesmo.

Gktzava ainda agora a popularidade ganha na Gamara dos Deputados, anos antes, pela campanha que sustentou, sozinho e parece que enfermo, contra o partido conservador. Nem é precizo lembrar que era uma das primeiras vozes do Senado. O pacto foi mal recebido, fez-. Tornei a ver aquelle dia, e ainda agora me parece vel-o. Quero um livro. No primeiro caso, o substantivo designa um livro determinado e conhecido, inconfundível para a pessoa que fala ou escreve.

No segundo, o substantivo designa um livro qualquer dentre outros, Precedido, de artigo definido pode também o substantivo exprimir a espécie inteira: o homem é mortal. Pessoas do Ocurso. Esta referência a substantivo caracteriza a 94 adjetiva de certos pronomes. Pronomes pessoais. As formas eu, tu, ele, ela, nós, vós, eles, elas, que funcionam como ,; sujeito, se dizem retas. Singular: 1.

Foss Mercê. Caindo o pronome vós em desuso, só usado nas orações e estilo solene, 98 em 3. Em ambos os casos o verbo fica na 3. Nem sempre se usam com este rigor gramatical os pronomes demons. O com as variações a, os, as equivale a isto, isso, aquilo, aquele, aquela, aqueles, aquelas. O pronome o, perdido o seu valor essencialmente demonstrativo e posto antes de substantivo, como adjunto, recebe o nome de artigo definido.

DE Assis, D. Casmurro, É proibido dizeres semelhantes coisas. Nós próprios o dissemos. DE Assis, ibid. Pronomes indefinidos. Algumas trazem poucas emendas ou nenhumas" M.

DE Assis, Vdrias Histórias, Com pouco dinheiro baixaram diversos presentes. Isto é o menos que se pode exigir. Muito lhe devo. Erraste por pouco. Como adjetivo recebe o nome de artigo indefinido. As duplas quem Isto é: um se abisma. Eis as principais locuções: cada um, cada qual, qualquer um, quem quer, quem quer que, o que quer que, seja quem for, seja qual for, quanto quer que, o mais, alguma coisa. Pronomes interrogativos. Qual autor desconhece? Qual consideras melhor?

Quantos vieram? Quantos anos tens? Que refere-se a "' pessoas ou coisas, e é pronome substantivo com o valor de que coisa? Em que livraria baixaremos o presente?

Indagaram-me que compraste. Perguntei-te por que vieste aqui. Desconheço qual consideras melhor. Indagaram quantos vieram. Pronomes relativos. Que e o qual se referem a pessoas ou coisas. A casa onde moro é espaçosa. Quanto tem por antecedente um pronome indefinido tudo, todo, todos, todas, tanto : Esqueça-se de tudo quanto lhe disse. Dize-me com quem andas e eu te direi quem és. Moro onde mais me agrada. Respondem à pergunta quantos?

As pessoas do verbo. Os modos do verbo.

As vozes do verbo. A passiva pode ser analítica formada com um dos verbos ser, estar, ficar seguido de particípio ou pronominal formada com verbo acompanhado do pronome oblíquo se, que se chama, no caso, pronome apassivador : A casa foi alugada passiva analítica. Aluga-se a casa passiva pronominal. A passiva analítica difere da passiva pronominal em dois pontos: 1 pode apresentar o verbo em qualquer pessoa, enquanto a pronominal só se constrói na 3.

Nós foinos visitados pelos parentes. Voz passiva e passividade. Alugam-se bicicletas. A passividade pode traduzir-se, além da voz passiva, pela ativa, se o verbo tiver sentido passivo: Os criminosos recebem o merecido castigo. Portanto nem sempre a passividade corresponde a voz passiva '.

Formas nominais do verbo. Conjugar um verbo. Verbos regulares, irregulares e anômalos. Os irregulares se dividem em fracos e fortes. Verbos defectivos e abundantes. No pres. Imperativo: precavei, reavei. Faltam-lhes o imperat. No restante conjugam-se normalmente. Ressarcir cf. Normalmente esta abundância de forma ocorre no particípio. Os principais verbos que gozam deste privilégio, no português moa comprazer e descomprazer: Pret. Assim se conjugam desconstruir, destruir, estruir, reconstruir.

Val é forma antiga e ainda hoje corrente, maxime em Portugal. Podem perder o -e na 2. Nós temos aceitado os documentos. Os documentos têm sido aceitos por nós. Verbos auxiliares. Muitas vezes o auxiliar em. NmA, Morphology cap. Palavras cognatas. Em cantorezinhos temos os constituintes imediatos cantor es e zinho s , depois cantor e finalmente cant-or. Variantes dos elementos mórficos.

Assim, altera-se a raiz em reger reg- e regra regr- ou fazer faz- e fiz; a desinência modo-temporal do pretérito imperfeito -va- na 1. A forma livre caber em descaber apresenta, por exemplo, uma variante mórfica presa -ceber em receber; perceber, etc. Tais variantes se chamam alomorfes. Também a forma verbal ama pertence à 1. As desinências de pessoas especiais para o pret.

O nosso verbo ser é anômalo cf.

ZINHO E BAIXAR MUSICA ZAO

A intensidade, a quantidade e o timbre e os elementos mórficos. A maior demora numa sílaba em regra traduz uma ênfase no significado da palavra cf. A desinència do mais-que-perfeito do indicativo -ra- variante -re, cf. Em Portugal, em geral, é o timbre aberto ou fechado da vogal tônica que distingue a 1. DIVISíVEL é a palavra que, ao lado do radical, pode desmembrar-se em outro ou outros elementos mórficos: mares mar-e-s , alunas alun-a-s , trabalUvamos trabalh-d-va-mos. Tanto as palavras simples primitivas ou derivadas como as com.

Os afixos; se dividem, em português, em prefixos se vêm antes do radical ou sufixos se vêm depois. I - Principais sufixos formadores de substantivos. Ato, -eto, -ito formam nomes de s. Para os de carbônio, o uso vulgar aceitou as formas carbonato, bem derivada, e carbureto em vez de carboneto , que denota influência francesa.

Énio caracteriza carbonetos de hidrogénio, ex : : acetilênio, etilênio, metilênio, etc. Ilio aparece em certos compostos chamados radicais químicos, como amílio, metílio, etc. Io aparece em corpos simples, ex. O1 se encontra em derivados de hidrocarbonetos, ex. A mineralogia e a geologia têm também sufixos tomados em sentidos particulares: -ita para espécies minerais, ex. O mesmo acontece se é feminino em -o ou singular em Jarbas -. Nota que me foi fornecida por Martinz de Aguiar.

Correspondência entre prefixos e elementos latinos e gregos. Este processo é normalmente formador de verbos que saem de substantivos anoitecer ou de adjetivos endurecer. Com em- predomina a idéia de "Passar de um estado a outro": enriquecer passar a rico. O princípio dos constituintes imediatos cf. O Prof. O verbo ser só aparece em combinações que lembram os depoentes latinos, sobretudo com verbos que denotam movimento: "Os cavaleiros eram partidos caminho de Zamora" A.

Sio passados três meses. Vir a ser pode ainda ser sinônimo de tornar-se: Ele veio a ser famoso. Elementos estruturais do verbo: desinências e sufixos verbais. O tema é a parte da palavra pronta para receber o sufixo ou a desinência.

O mesmo ocorre com a 1. Imperf, subi, visse vir N iera N iesse vier coubera coubesse couber pusera pusesse puser fosse for Fut.

A parte, temos: a b c d ser ter vir por era, eras, etc. A sílaba tônica nos verbos: formas rizotônicas e arrizotónicas. A língua portuguesa é mais rica de formas rizotônícas. Nos verbos defectivos em geral faltam as formas rizotônicas. Em vista do exposto, as três pessoas do singular e a 3. Existem ainda as formas mobilar 1 e mobilhar que se conjugam de acordo com a regra geral: mobilo, mobilas; mobilho, mobilhas, etc. Muitos verbos da língua portuguesa apresentam este fenômeno: ferver: fervo, ferves, ferve, fervemos, fervem o e tónico é fechado na La pess.

Exceções: querer e poder têm a vogal tônica aberta na 1. Consumir e sumir têm o o fechado por estar seguido de m.

Assim se conjugam anuir, argüir, atribuir, constituir, destituir, diluir, diminuir, estatuir, imbuir, influir, instituir, instruir, puir defectivo , restituir, redargüir, ruir. Entupir e desentupir só se afastam do grupo porque apresentam es e e na 2.

Obstruir é, entretanto, conjugado apenas como constituir. Conjugam-se mantendo o ditongo sem que o e ou o o passem a timbre aberto: endeuso, endeusas, endeusa, etc. As formas com ditongo alo mais freqüentes, embora modernamente se tenha restabelecido arraigar com hiato. Saudar proferido com ditongo saudo, saudas, etc. Verbos terminados em -zer, -zir: tipos fazer e traduzir.

A vogal e passa a ser grafada i quando entra num ditongo oral verbos em -uir : atribuo, atribuis, atribui. Entre escritores modernos, porém, podem ocorrer exemplos de crear, conjugado como nomear. Quando grafar -ear ou -iar. No pretérito perfeito do indicativo: vim, vieste, veio, viemos, viestes, vieram.

Notem-se estes erros comuns nos derivados de vir, no pret. A professora interviu no caso por interveio. O futuro do subjuntivo é vier: Quando eu vier Antever é conjugado como ver e, por isso, enganou-se o nosso Casimiro de Abreu ao escrever: "Quem antevera com e que dum povo a ruína Pelo seu próprio rei cavada fosse? Precavefam-se ou Precavenham-se. É verbo defectivo, derivado de haver, que à se conjuga nas formas em que este possui -v-.

Cuidado especial merece também o pret. Sobrestar é derivado de estar e por ele se conjuga; porém, costuma-se ver modelado pelo verbo ter, como se fosse sobrester. Estes verbos têm empregos diferentes. Haver-se significa: 1 proceder, portar-se : "Ele, porém, houve-se com a maior delicadeza" M. DE Assis, Brds Cubas, SiLvEmA, Liç6es, Erra-se freqüentes vezes empregando-se, nas ameaças, avir-se por haver-se : Ele tem de se avir comigo em lugar de se haver.

Ocorre o mesmo com vê de vir. As formas antigas eram; crem, dem, lem, vem. Ela é amada. Elai têm estudado. Voz passiva - Ela é amada. Nós nos arrependemos. Eles se foram. Nós te admiramos. Ela o chama. Eu o fiz. Por este modelo conjuga-se desclar; circundar é, porém, regular.

Estar Ver a lista dos verbos auxiliares. Por este conjugam-se: sobestar. Comprazer Ver prazer. Crer Pres. Imperativo Crê, crede. Por este conjuga-se descrer.

Dizer Pres. Por este se conjugam bendizer, condizer, contradizer, desdizer, maldizer, predizer. Fazer Pres. Imperativo: faze, fazei cf. Por este se conjugam afazer, contrafazer, desfazer, liquefazer, perfazer, rarefazer, refazer, satisfazer. Jazer Pret. Por este se modela adiazer. Ler Pres. Por este se conjugam reler e tresler. Perder Pres. Poder Pres.

Por este se conjugam aPrazer, desprazer, desaprazer, verbos que se apresentam em todas as pessoas. Pret- Perf. A moderna forma quere, 3. Antônio Vieira. Requerer Pres. Imperativo: requere, requerei. Saber Pres. Trazer Pres.

Imperativo : traze, trazei cf. Valer Pres. Como valer conjugam-se desvaler e equiivaler. Ver Pres. Assim se conjugam antever, entrever, prever e rever.

Prover e desprover modeIam-se por ver, exceto no pretérito perfeito do indicativo e derivados, e particípio, quando se conjugam regularmente. Imperativo : acode, acudi.

Assim se conjugam bulir, construir, cuspir, destruir, engolir l , entupir, escapulir, lugir 2 , sacudir, subir, sumir 3. Cobrir Pres. Imperativo: cobre tu, cubra você, cubramos nós, cobri vós, cubram vocés. Por este se conjugam descobrir, dormir regular no part. Cair Pres. Frigir Pres. Imperativo: frege, frija, frijamos, frigi, frijam. Atente-se para a troca de g por i antes de a e o.

Ir Pres. Por este verbo se conjugam consentir, desmentir, persentir sentir profundamente , pressentir prever , ressentir, senti Pres. Surtir com u é regular. Por este verbo se conjugam agredir, cerzir, denegrir, prevenir, regredir, transgredir. Remir, hoje mais usado como defectivo cf. Rir Pres. Segue este modelo o verbo sorrir.

Servir Pres. Imperativo: serve, sirva, sirvamos, servi, sirvam. Por este verbo se conjugam aderir, advertir, aferir, compelir, competir, concernir, conferir, conseguir, convergir, deferir, despir, digerir, divertir, expelir, impelir, inserir, perseguir, preferir, preterir, repelir, seguir, sugerir, vestir. Submergir Pres. Imperativo : Seguem este submerja ê , submerjas e , submerja 6 , submerjamos, submerjais, submerge é , submerja é , submerjamos, submergi, submerjam ê modelo aspergir, emergir, imergir.

Vir Pres. Imperativo: vem, venha, venhamos, vinde, venham. Por este modelo se conjugam advir, avir-se, convir, desavir, intervir, provir, sobrevir. Aqui tudo vai bem lugar e modo. Preparou-se para o baile. Passou pela cidade. Veio dali. Anda mal. Saiu às pressas. LHO, Ant. Sempre nos cumprimentaram. Acaso encontrou o livro. Apenas o livro foi vendido. Correu, isto é, voou até nossa casa. Vejam só que coisa 1 Oh 1 que saudade que tenho. Ora decidamos logo o negócio.

Havendo ênfase, pode-se repetir o advérbio na forma plena: "Depois, ainda falou gravemente e longamente sobre a promessa que fizera" M.

DF Assis apud S. Nas idéias de lugar empregamos onde, em vez de em que, no qual e flexões Precedido das preposições a ou de, grafa-se aonde e dond O sítio aonde vais é pequeno. É bom o colégio donde saímos. Ainda como os pronomes relativos, os advérbios relativos podem empregar-se de modo absoluto, isto é, sem referência a antecedente cf.

Os advérbios interrogativos de base pronominal se empregam nas perguntas diretas e indiretas cf. Ignoro onde estuda. ABSOLUTO h analítico: Falou muito ruim, muito alto, extremamente baixo, consideravelmente difícil, o mais depressa possível indica o limite da possibilidade.

Andar devagarzinho muito devagar, um tanto devagar. Acordava cedinho e só voltava à noitinha. Saiu agorinha. Ê bom que estudes devagarinho. Usa-se, entretanto, de mais bem e mais mal junto a adjetivos: "Os esquadrões mais bem encavalgados foram despedidos logo em seguimento dos fugítivoV A. Preposições essenciais e acidentais. Combinam-se com mais freqüência as preposições: de, para e por com entre, sob e sobre. Em a , b e f as conjunções coordenativas e, mas e ou ligam duas orações independentes cf.

Conjunções coordenativas. As explicatívas que e porque aparecem normalmente depois de orações optativas e imperativas. Conjunções subordinativas. Assis, Memórias Póstumas, É assimilativa "quando consiste em assimilar uma coisa, pessoa, qualidade ou fato a outra mais impressionante, ou mais conhecida" '.

Este modo de dizer é freqüente nas argumentações. DE Assis, Memórias Póstumas, Fez os exercícios conforme o professor determinou. Nac, Progredia à medida que se dedicava aos estudos sérios. Muitos puristas condenam tal acréscimo. Se o conjunto é proferido sem pausa, estabelece-se uma unidade de sentido à semelhança de depois que, id que, etc. Que excessivo. DF, Assis, Memórias Póstumas, Aparece ainda o que excessivo depois de expressões de sentido temporal como: Desde aquele lia que o procuro.

Ora vem aqui, ora vai ali. A série nem Portuguesa, É importante observarmos que uma só forma fonética pode representar mais de um morfema: assim -s representa o plural era as casas e a 2. Aluno pode desmembrar-se em alun e o 1. Este é o processo geralmente usado para formar as onornatopéias cf. Nio consegui descobrir o pwquê da questio.

Ele é o benjamim da família. Estamos no século dos ismos e das logias. A nossa língua forma com facilidade hibridismos com elementos estrangeiros que se acham perfeitamente assimilados ao idioma como se fossem elementos nativos.

Barnabé com Luis Gustavo e Luis Augusto - O Zinho e o Zão

Assim é que fobia, mania, filo, tele, macro, micro, neo, pseudo, auto e sufixos como ismo, ista, ico se juntam a elementos de qualquer procedência: germanófilo, russófilo, germanofobia, russofobia, retratamania, teleguiado, microônibus, neovencedor, pseudovencedor, autocrítica, auto-retrato, caiporismo, governista.

Esta norma nem sempre é hoje obedecida quando se trata de novos termos científicos. Cabem aqui as judiciosas observações do Prof. Nesta matéria cabe distinguir cuidadosamente uma forma livre de uma forma presa cf. Quem veio aqui?

Percebe-se a diferença de sentido em orações do tipo: Quem viu o filme? As constituições favoritas da estrutura oracional em português apresentam a seqüência de sujeito e predicado, podendo o primeiro vir incluído na desinência verbal tipo: passeamos. Chamam-se construções menores as do caso c e d.

Na língua escrita entram em jogo outros fatores. Saímos, assim, do terreno da sintaxe e entramos no domínio do estilo. Orações sem sujeito. Os principais verbos impessoais. Era uma hora e meia. O sujeito, o pronome isto ou equivalente, refere-se ao fato de a pessoa errar.

Trata-se apenas de um Sujeito elítico.

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Precisa-se de bons empregados. Machado de Assis foi um escritor. A aluna esteve quieta. Este livro é o meu. Dai chamar-se verbal a este tipo de predicado. A este tipo de predicado chama-se nominal. O nome que, no predicado nominal, constitui o elemento principal. O aluno é brincalhélo. Seu ofício é apresentar do sujeito um estado, qualiTodos ficaram adoentados.

Maria tomou-se estudiosa. Elas acabaram cansadas. Pedro caiu doente. Maria permanece satisfeita. Latina, õ, obs. Latina, õ Complementos verbais O verbo que constitui o elemento principal do predicado verbal pode ser intransitivo ou transitivo. As lavadeiras cantam. Falava aos colegas. As crianças obedecem aos Pais. Lembrei-me da encomenda. Queixou-se da chuva. Os alunos leram belas poesias.

Maria passo"s novidades às colegas transitivo acompanhado de dois complementos. Espécies de complementos verbais. Sujeito: os alunos Predicado verbal: leram belas poesias Objeto direto: belas poesias. Lembrei-me da encomenda, Queixou-se da chuva. Falavas aos colegas Sujeito: tu oculto Predicado verbal: falavas aos colegas Objeto indireto: aos colegas Em lugar do nome, geralmente precedido das preposições a ou para, que funciona como objeto indireto, se podem usar muitas vezes os pronomes oblíquos lhe, lhes: Falavas-lhes.

As crianças jhes obedecem. DiAs -, atravessar o rio, correr os lugares sacros, subir a escada, descer a montanha, navegar rio abaixo, etc. Sentidos do objeto indireto. Cumprir o dever Cumprir com o dever acentua a idéia de zelo ou boa vontade para executar algo. Antenor Nascentes o nome de posvérbio 1.

Objeto direto preposicionado. Ocorre o objeto direto preposicionado nos seguintes principais casos: a quando se trata de pronome oblíquo tônico uso hoje obrigatório : "Nem ele entende a nós, nem nós a ele" CAMõES, Os Lusíadas, V, Pedro, Pinto.

Conheço-os, e aos leais" A. LOBO, Ant. Nacional, Objeto direto interno. Miguel de Almeida e D. Pertencem a este grupo os seguintes principais verbos: aconselhar, acusar, ameaçar, avisar, bendizer, certificar, convencer, culpar, desculpar, informar, louvar, maldizer, persuadir, prevenir.

Desculpou-se do ocorrido aos ou com os amigos. Nossa prima tinha desconfiança de tudo. Essas palavras eram impróprias ao local. Os meninos estavam desejosos de vitória. OBsERvAçXo: Incluem-se entre os complementos nominais os que servem de completar os advérbios de base nominal: Referentemente ao assunto, tudo vai bem.

Dividem-se, portanto, os adjuntos em adnominais e adverbiais. Adjunto adverbial. Pescaria dos nomes - identificando nomes próprios.

Nomes próprios - sons iguais e diferentes. Conhecendo as fotolegendas de notícias. Trabalhando com manchetes e fotolegendas. Relacionando manchetes com fotolegendas e outras partes da notícia. Os conflitos gerados nas histórias de contos de fadas. Investigando personagens, conflitos e resoluções dos contos de fadas. Reconhecendo os diferentes aspectos dos contos de fadas.

Estrutura textual dos verbetes de enciclopédia. A finalidade dos textos instrucionais no cotidiano. Identificando os materiais num texto de instruções de montagem.

Apresentando a notícia em sala de aula. Lendo e compreendendo as manchetes. Rodas de leitura. Roda de notícias. Descobrindo os aumentativos e diminutivos.