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Nome: plugin morphoder
Formato:ZIP-Arquivar
Sistemas operacionais: Android. iOS. MacOS. Windows XP/7/10.
Licença:Somente uso pessoal
Tamanho do arquivo:25.15 Megabytes

U-Shape, Fretboard and bridge: Guitar case Original case for Jazzmaster, Lining made of red plush, Steel core carrying handle morphoderr in vinyl, Large accessory compartment with morphodfr, Steel locks, 1 Locking latch with key set, Triple chrome-plated hardware, Colour: A Thomann utiliza cookies morpphoder lhe proporcionar a melhor experiência possível nas suas compras. Spruce, Tone-bar bracing, Bottom and frames: Comparar artigos semelhantes Produto atual. Serviço Endereço de email. Apenas um site simples com arquivos gratuitos para download. Vistos recentemente Elektron Model: Guias online Morphoxer More people than ever are now convinced of the advantages of plug-ins. Lemme show you.

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Audio Compressors. Resultado do teste:. Comparar artigos semelhantes Produto atual. Enquanto ouvimos os primeiros compassos da msica, a cabea de leitura do HD envia para o buffer os prximos compassos da msica. Quando o material de todos os arquivos tiver chegado ao buffer, ele estar apto para enviar os sons para fora.

Podemos ajustar o tamanho do buffer. Quanto maior for o buffer, maior ser a latncia. Trabalhando com um buffer menor, reduzimos a latncia, mas aumentamos o tempo de processamento, por causa da necessidade de recarregar o buffer mais freqentemente. Isto pode causar interrupes oudropouts na execuo da msica. Latncia dos sintetizadores virtuais. A nova tendncia no universo MIDI so os sintetizadores virtuais.

Eles j existem h muitos anos, mas sempre sofreram com uma enorme latncia. Com novos drivers que aceleram o funcionamento das placas de udio no Windows, como o WDM, esses sintetizadores esto mudando o panorama no mundo dos instrumentos MIDI. Para funcionarem em 'tempo real', alm do driver, os instrumentos DirectX DXi precisam trabalhar com uma latncia bem pequena geralmente abaixo de 10 milissegundos , o que exigir grande velocidade de processamento.

Os fabricantes de placas de som precisam escolher entre diversas tecnologias sobre as quais elas vo funcionar. No desenvolvimento dos drivers que controlam essas placas, a indstria opta entre sistemas. Muitas vezes, reduzem a latncia consideravelmente, mas reduzindo a compatibilidade com hardware e software.

So incomparavelmente melhores que os drivers MME, que s devem ser usados quando temos uma placa que no disponha de WDM. Sem dvida, um conforto trabalhar com udio sem ter que aguardar interminveis milsimos de segundo toda vez que vamos mexer nos sons. O que faz com que uma grande parcela do mercado internacional de udio opte, ainda assim, pelo Windows o custo muito mais baixo dos computadores e sua atualizao mais freqente, graas arquitetura aberta dos PCs.

Para a maioria usuria de PCs, a boa notcia o WDM, que faz um programa como o SONAR e seus plug-ins funcionarem como um estdio completo, incluindo efeitos em tempo real, processamento de sons ao vivo, uso de sintetizadores e samplers virtuais, mixagem automtica de inmeras pistas de udio e MIDI, seqenciamento de loops etc.

Com um bom e rpido computador, com muita memria e espao no HD, d pra rodar tudo ao mesmo tempo.

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E 'quase' sem latncia. Mas a vc vai se perguntar: Opa! Mas a USB 2. Sim, ela CAPAZ de transferir, mas devido ao tipo de comunicao e estrutura A USB um tipo de mster slave, enquanto que a Firewire um p2p a Firewire acaba se saindo no mnimo o dobro mais rpida, na prtica. Existem as Firewire a e as Firewire b que transfere na velocidade de Mbits. No udio, o protocolo Firewire encontrado em muitas interfaces, como na Firestudio Project e na Profire Transfere dados em uma velocidade de at Mbits por segundo USB 2.

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Tenha em mente que estou falando do USB 2. Antes existiu o USB 1. Os computadores mais recentes so todos USB 2. O Computador O que voc faria se um dia a sua mquina tivesse um conflito de difcil soluo em plena gravao de um cliente no estdio? Valeria a pena adiar o trabalho por uns dias at voc mesmo ou aquele seu amigo resolver o problema, com risco de perder o cliente?

Ou seria o caso de chamar um tcnico? Mas, qual? Ser que o da loja de informtica da esquina vai resolver? Antigamente, os estdios tinham um tcnico de manuteno permanente, que todo dia alinhava cabeotes de gravao e fazia outras brincadeirinhas essenciais.

Com a migrao do equipamento para o computador, ou voc se torna o seu prprio tcnico de informtica ou recorre ao suporte de um profissional especializado em udio e MIDI no computador. Porque no basta dominar a informtica. Esse profissional um personagem fundamental nos novos estdios, tanto na hora de escolher as peas e montar a mquina quanto para mant-la funcionando sem grandes sustos. Os computadores que resolvem nosso problema no so os mais baratos. Uma boa notcia que tambm no precisam ser os mais caros.

Os computadores Macintosh G5 e seus sucessores so timos para aqueles que os podem baixar. Mas os PCs modernos podem nos trazer at mais felicidade que muitos Macs mais bsicos ou antigos, e so bem mais baratos. Os processadores, os discos rgidos e a memria dos PCs j esto bem rpidos para gravar e processar udio profissional e custam muito pouco em relao sua eficincia. Sim, os tempos mudaram, as coisas andam. Hoje,muitos PCs, bem utilizados, so capazes de no travar nunca, o que, alis, deveria ser a obrigao de qualquer aparelho.

Mas, por outro lado, no adianta baixar aquele PC da oferta do jornal de informtica. Na hora em que voc quiser gravar som a srio, grande a chance de ele te deixar na mo. E o suporte tcnico da loja, ento Com planejamento, tendo sempre em mente que este computador que estamos montando o nosso estdio, podemos ser muito felizes.

No podemos esquecer que o item mais crtico nossa placa de som. Mesmo que alguns de ns comecem com uma placa de multimdia, compatvel. E levar em conta as possibilidades de expanso futuras, como a troca da placa de som por outra mais sofisticada, mais voltada para produes em um home studio.

E essas placas so mais exigentes quanto ao hardware. Como tudo na informtica, quaisquer especificaes tm prazo de validade de 15minutos. Mas existem componentes que simplesmente no funcionam juntos.

Para usufruirmos da qualidade do som e dos recursos das melhores placas e os melhores programas de udio, temos que escolher bem todas as peas do sistema. Precisamos de uma mquina poderosa, de custo razoavelmente acessvel e, principalmente, compatvel com a maioria dos sistemas de gravao. O processador ou CPU unidade central de processamento, na sigla em ingls pode ser da Intel Pentium e sucessores ou da AMD como o Athlon e modelos posteriores , desde que seja muito bem refrigerado.

Essas coisinhas esquentam muito. O problema o barulho de certas ventoinhas dentro do estdio. Quanto mais rpido for o processamento na CPU, mais plug-ins de efeitos e de instrumentos podero ser usados simultaneamente nas mixagens. A placa-me um item fundamental. O mais importante na escolha do modelo no exatamente o fabricante apesar da marca tambm fazer diferena , mas sim a presena de certos componentes e sua compatibilidade com as outras partes do sistema.

Uma placa-me pode ter variadas quantidades de conectores, slots e recursos on-board que j vm na placa. Evite placas-mes com vdeo e outras funes on-board. Isto significa que a memria dedicada ao vdeo parte da memria geral do computador. O vdeo, no caso, rouba memria RAM do computador. A mquina fica bem lenta, quando no se torna incompatvel com certas funes. Mas a pea mais.

O chipset um circuito integrado que administra o funcionamento de uma placa-me ou de outra interface, como uma placa de vdeo. Os diversos chips que vamos nas velhas placas foram substitudos pelo chipset, do ingls conjunto de chips.

Ele determina o que a placa-me faz ou deixa de fazer, como a quantidade de slots conectores para as placas de expanso, a capacidade e a velocidade da memria RAM, se a placa-me tem algum recurso on-board, quantos conectores USB e Firewire atualmente os mais rpidos e assim por diante.

Processadores da Intel devem ser montados em placas-me que tenham chipsets feitos pela prpria Intel. Discos rgidos. A velocidade do hard disk ou HD determina a quantidade de pistas de udio que podemos gravar e reproduzir. Hoje possvel rodarmos muitas dezenas de pistas em um programa como o Sonar usando bons e rpidos hard disks.

Mas o mais recomendvel usarmos dois discos. No primeiro, instalamos o sistema operacional e os programas de gravao e edio com seus plug-ins. No segundo disco, gravamos o udio. Configuramos os programas instalados no disco de sistema para gravarem o udio no disco de dados. Se forem HDs diferentes, use o mais rpido e de maior capacidade de armazenamento para o udio. No deixe de baixar um HD com o dobro da capacidade de outro para economizar uma pequena diferena.

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Precisamos de muito espao para armazenar o udio e instalar os novos programas, tambm! Na chamada qualidade CD estreo, 16 bits e Em 24 bits, j vamos para 15 Mega por minuto. Sempre que possvel, use este computador somente nas funes do estdio, para evitar conflitos de software ou de hardware. A conexo internet til para baixarmos programas controladores das placas os drivers , mas no podemos ser displicentes com a segurana.

O primeiro. O segundo nunca abrir pginas web ou e-mails que no sejam absolutamente seguros. Outro passo s se conectar quando necessrio. Evite infestaes de vrus, vermes e outros microorganismos virtuais, antes que o estdio pare. Com bastante cuidado, podemos substituir nossos drives sem precisar abrir o gabinete do computador. S no se esquea de desligar a mquina antes de fazer as trocas. A memria mnima para restauraes e masterizao de Mb.

Mas se formos usar instrumentos virtuais, efeitos, gravao multipista, mixagem com automao e outros brinquedos, bom pensarmos em vrios Gigabytes de memria RAM, a menos que no nos incomodemos quando a mquina ficar lenta, sonolenta mesmo. Memria deve ser de boa marca e ter os pentes absolutamente idnticos.

Siga as recomendaes do manual de sua placa-me ao escolher as marcas e os tipos de memrias. Mas no economize: ponha bastante memria. Microfones e DirectBox Os microfones so dispositivos eletrnicos responsveis pela captao do som e pela sua converso em sinal eltrico.

Eles so as primeiras peas do sistema e das que mais influenciam no resultado final. Precisamos utilizar microfones de qualidade e apropriados para cada aplicao. Os microfones pertencem principalmente a dois tipos: dinmicos e a. Microfones a condensador eletreto respondem a freqncias mais altas e podem captar o som a distncias maiores, por isso so mais utilizados como microfones para instrumentos de sopro, "overall" de bateria para captar os pratos e como microfones de coral direcionais de longo alcance.

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Os microfones a condensador geralmente utilizam alimentao eltrica proveniente de uma pilha ou phantom power, que uma tenso de 48VDC gerada pela mesa de som e que alimenta o microfone. A vantagem da phantom power eliminar interferncias no sinal e permitir distncias maiores de cabos. Seu nome fonte fantasma deve-se ao fato de no vermos qualquer tipo de fonte, pois a alimentao vai pelo prprio cabo do microfone. Nem todos os microfones a condensador podem ser ligados com phantom power, ao ligar-se um microfone que no preparado para isso, teremos "churrasco" de microfone.

Os microfones dinmicos se prestam a praticamente toda e qualquer aplicao e no precisam de alimentao. Eles normalmente possuem um componente que bloqueia a phantom power, no havendo nenhum problema em utiliz-los, porm, alguns microfones de qualidade inferior podem sofrer um desgaste excessivo, ou mesmo dar choque quando ligados com phantom.

Cada microfone possui sua aplicao definida. Existem microfones que so especficos para vocais, geralmente possuindo uma resposta moldada para dar mais corpo e brilho a voz; microfones para instrumentos costumam ser mais fechados, para pegar apenas o que est na frente alto-falante, tons e caixa de baterias ; microfones de bumbo possuem uma resposta melhor nas baixas freqncias; microfones para coral, ou shotgun, para microfonao a distncia, possuem um alcance longo e estreito diretivos.

Um ltimo detalhe sobre microfones aquela espuminha que pode ser externa ou interna. O nome dela wind screen e serve para diminuir aquele sopro, como na letra s sibilncia e tambm os soquinhos provocados pela pronncia das letras p e b PB noise. Portanto, fundamental conhecermos a aplicao dos microfones suas prprias construes fsicas j nos dizem muito e us-los corretamente. Teclados e contrabaixos possuem freqncias graves que no conseguem ser captadas por microfones. Por isso, para "microfonar" esses instrumentos usamos direct boxes, que so divisores eletrnicos ligados entre o instrumento e o cubo, com sada tambm para mesa de som.

O direct-box DI Box preserva o som que sai do instrumento e atenua o sinal para a ligao na mesa de som. Os direct-boxes possuem uma chave Ground Lift que utilizada para eliminar eventuais chiados ou rudos. Alguns direct-boxes so alimentados com phantom-power, valendo-se das mesmas vantagens que so trazidas aos microfones. Existem tambm as sadas de linha dos combos de instrumento cubos , que so semelhantes aos direct boxes, porm aps o combo o direct box fica entre o instrumento e o combo , mas possuem algumas desvantagens, por isso o mais usual a microfonao dos combos de guitarra e o uso de direct boxes para teclado e baixo.

No suportam muita presso sonora, ideais para vozes, violes e ambincias; Microfones condensadores precisam de 48v de fora phantom Power para funcionar. Esses 48v so supridos normalmente pelos prs em que so ligados, e tambm por phantom Power externos ou baterias que se usam junto com o prprio microfone ; Fita ribbon : Como o Apex So bem raros e bastante frgeis principalmente os mais antigos , no no sentido de suporte presses sonoras altas, mas no sentido de sua construo, deve-se ter mais cuidado com o seu manuseio.

So mais difceis de encontrar e na sua maioria so do padro que capitam sons atrs e na frente. Na captao, seria um meio termo entre os dinmicos e os condensadores. Funcionam muito bem para captao de freqncias altas agudas. Ligao de Equipamentos A figura abaixo clique para ampliar mostra em detalhes como sadas e entradas uma placa de som.

Esquema padro e pode variar de placa para placa. Veja algumas conexes Mic In Nessa entrada voc coloca o microfone. No aconselho a botar outro equipamento, pois a mesma possue ganho e pode distorcer o som. Line out Essa sada sua placa de som tiver serve para colocar um amplificador de entrada com maior potncia,. Por exemplo uma mesa de som para tocar o som que sai do computador ou amplificador para fazer a mesma potncia. No ligue a caixa de som ou um aparelho de som com entrada aux in que o volume sara baixo.

Speker out Essa sada serve para ligar as caixas de som ou para fazer o som sair em um aparelho de som. Vamos falar das caractersticas principais de alguns deles :.

A maioria deles possuem, s vezes com nomes diferentes, uma tela de arranjo, onde possvel visualizar toda a msica em termos de pistas, canais, portas MIDI, lista de eventos, onde todos os eventos MIDI so listados notas, mudanas de controles de volume, troca de timbres, etc.

Hoje, a maioria dos software seqenciadores possuem funes de gravao, edio e reproduo de udio em seus recursos. Softwares de gravao: Basicamente so aqueles que oferecem um amplo ambiente de trabalho para gravao,indo do incio at o fim de uma produo musical. Logic,Ableton Live,Protools,Vegas. H tambm softwares chamados de softwares livres como o Audacity,que diferente dos outros citados acima no oferecem uma gama de ferramentas mais completa.

Devemos lembrar que tambm todos estes citados trabalham com Audio e Midi simultaneamente. Gerenciadores de timbres: estes software servem para gerenciar de forma mais simples as informaes de Sistema Exclusivo SysEx. Com eles, fica fcil alterar timbres de seus teclados ou mdulos e salvar essas informaes dentro do computador, ao invs de limitar-se apenas ao banco de usurio do.

Software de notao: so os software especficos para criao, impresso de partituras e edio grfica da msica.

A definio grfica e a variedade de sinais, faz a diferena entre a parte de notao encontrada nos software seqenciadores. Estes software so indicados principalmente para professores e msicos profissionais que necessitam registrar seus trabalhos de forma fiel. Vamos abordar aqui questes bsicas como o endereamento e o processamento dos sinais de udio.

Em seguida, vamos acompanhar, passo-a-passo, os procedimentos de uma gravao, desde suas preliminares at a concluso dos registros do arranjo musical no computador, buscando compreender os procedimentos mais adotados.

Em outros captulos, trataremos especificamente dos processos finais da produo musical, como a edio dos sons, a mixagem e a masterizao do CD. O endereamento dos sinais de udio a escolha que fazemos dos caminhos que os diversos sons vo percorrer atravs do sistema de gravao para que possam ser captados, monitorados, armazenados, processados, editados e, finalmente, misturados.

Uma gravao pode ser feita em um disco rgido ou em uma fita analgica ou digital, mas sempre gravamos os instrumentos em diversas pistas, trilhas ou tracks. Depois de tudo gravado, todas essas pistas so mixadas em estreo para um arquivo de som.

Canais e pistas. Entendemos por canal a via de passagem do sinal sonoro ao entrar e sair de uma mesa, um gravador ou uma placa de som. A pista o local de armazenamento,seja em uma fita razo do seu nome , seja no HD, j que os cones e as janelas utilizados nas gravaes em software mantm o velho e bom conceito das pistas de gravao, embora estas sejam pistas virtuais, j que o hard disk no armazena os arquivos desta forma, e sim em setores espalhados por todo o disco.

Podemos gravar em vrias pistas simultaneamente ou em uma de cada vez, como tambm podemos gravar s um instrumento ou voz em cada pista ou vrios instrumentos ou vozes em uma mesma pista.

Tudo depende dos recursos do equipamento e das caractersticas de cada trabalho. Mesas de som Servem para enderearmos os instrumentos e as vozes tanto para a placa de som quanto para os monitores e at mesmo para processarmos os sons e adicionarmos efeitos.

Para monitorarmos os sons do computador, ligamos cada sada da placa de som em um canal da mesa. Temos, assim, na mesa, controles separados para cada sada do computador. Em outras palavras, com uma placa de som de duas sadas vamos monitorar os sons que j saem prontos mixados do computador.

J com uma ou mais placas de oito sadas podemos controlar cada som gravado em um diferente canal da mesa. Para gravarmos um instrumento em uma pista, ele conectado entrada de um canal da mesa, diretamente em linha teclado, baixo ou atravs de microfone voz, instrumentos acsticos. Podemos enderear o sinal do canal da mesa at a entrada da placa de som pela sada direta direct out desse canal, caso a mesa tenha esse tipo de conexo. Porm, para gravarmos os sinais de vrias fontes sonoras vrios canais da mesa, portanto juntos em uma mesma pista, usamos os subgrupos de canais ou submasters.

Subgrupos Agrupam os canais que escolhermos e os enviam de uma s vez, por uma nica sada, at uma entrada da placa de som. A mesa pode ter vrios subgrupos, cada um ligado a uma dessas entradas do computador. Se a placa de som s tiver duas entradas, basta, portanto, um par de subgrupos na mesa.

O endereamento interno feito do canal da mesa para um par estreo de subgrupos. Em cada canal da mesa, h uma chave para cada par de subgrupos , etc. Por exemplo, para enviarmos o sinal do canal 7 para o subgrupo , apertamos no canal 7 o boto Se virarmos o pan do canal todo para a esquerda, o sinal ir somente para o subgrupo 1. Virando todo para a direita, ir s para o subgrupo 2. Com o pan no centro, o sinal ir, meio a meio, para os dois subgrupos.

Assim, podemos enviar vrios canais para um par de subgrupos e criar um efeito estreo, como, por exemplo, para gravar vrios instrumentos de percusso, ou enviar um nico canal para uma pista do gravador, como, por exemplo, para gravar voz ou guitarra.

Enquanto cada canal controla o seu prprio volume, o subgrupo controla o nvel geral. O som gravado retorna mesa para ser monitorado e mixado, vindo de cada canal de sada da placa de som, como j vimos.

Isto significa que so usados, ao todo, dois canais da mesa para cada instrumento: um de entrada, por onde entra o sinal do instrumento ou microfone que enviado para gravao, e outro de retorno, onde entra o udio j gravado no computador para ser monitorado e, se for o caso, mixado. Esses canais de retorno so endereados seo mster da mesa atravs dos botes L-R nos prprios canais e dali para o amplificador pelas sadas mster estreo.

Processamento dos sinais Em busca da melhor qualidade, conceito genrico que pode ser traduzido em nitidez, ausncia de rudos e de distores, presena, peso, brilho e coerncia com o estilo, usamos variados processadores de sinal. A voz ou o instrumento gravado dentro do estdio no deve conter as reflexes sonoras reverberao da sala de gravao. Caso contrrio, toda msica gravada nessa sala teria a mesma ambincia, o mesmo tipo de reverberao. Se produzirmos uma bossa nova, que combina com pequenos ambientes, e um heavy metal, tpico de grandes auditrios, perceberemos o inconveniente de usar a mesma ambincia.

Por isso, o tratamento acstico das salas abafa as reflexes o suficiente para deixar o som natural, porm seco. Artificialmente, aplicamos a reverberao. Conhecer os tipos de processadores, seus usos e as formas de conect-los aos demais equipamentos fundamental para se gravar bem. Mesmo porque os programas e seus plug-ins usam exatamente os mesmos conceitos tradicionais de endereamento nas mesas analgicas com processadores em rack e gravadores de fita.

Processamento fantasma. O som de uma voz ou instrumento pode ser gravado j processado, com reverberao e equalizao, por exemplo. Ou podemos grav-lo seco e ele ser processado somente para a monitorao, durante a gravao dos outros sons, e deixarmos para depois o tratamento definitivo, durante a mixagem.

Assim, evitamos excessos e outros erros de processamento na gravao, impossveis de serem corrigidos na mixagem. Desta forma, ao gravar, ouvimos o efeito fantasma, mas ele no gravado.

Gravamos o som seco, mas ele ouvido com os efeitos. Por exemplo: o cantor ouve sua voz reverberada no fone de ouvido, mas o reverberador no est sendo gravado, s a voz.

Assim, na primeira fase da gravao, o operador se preocupa apenas com a captao do som. Se ele gravasse o som com excesso de efeitos, no poderia corrigir o problema, a no ser gravando novamente. Na mixagem, quando reunimos as pistas gravadas em um arquivo de udio estreo, s ento o produtor se concentrar no processamento definitivo de cada sinal.

Isto possvel porque dois canais da mesa so usados para cada som gravado: um para a entrada do sinal que vem do microfone ou instrumento e vai para o HD e outro para a monitorao audio do som gravado, que retorna mesa. Como o canal de entrada fica antes do gravador e o canal de monitorao fica depois, basta deixar o som entrar flat plano, seco, no tratado na placa de som e ouvi-lo com os efeitos, equalizadores etc.

O som vai seco para o PC e tratado na volta, seja nos processadores do computador plug-ins , seja nos efeitos em rack ou da prpria mesa. Para gravarmos o som j processado, enviamos os efeitos, EQ etc. Assim, o processamento gravado na pista do programa gravador junto com o sinal da voz ou do instrumento.

No canal de monitorao volta da mesa, podemos deixar o som flat ou adicionar algum outro efeito ou processamento, se necessrio. Aula 11 Conexes auxiliares. Os efeitos so conectados s sadas auxiliares Aux send e entradas Aux return da mesa, tambm conhecidas como mandadas e voltas dos efeitos. Da, o som do efeito enviado para o mster da mesa, se desejarmos apenas ouvi-lo, ou para o subgrupo que estivermos usando para gravar, se quisermos gravar o efeito.

A mandada do efeito pode ser mono ou estreo, usando um ou dois cabos P10 ou banana. Na mesa, em cada canal, controlamos a intensidade do efeito para aquele canal. A volta costuma ser estreo, com dois cabos banana ou P A intensidade de sada do efeito fica no mximo e controlada por um boto do tipo aux return na seo master da mesa.

J o nvel de entrada no efeito controlado no prprio efeito, num boto do tipo input level e em cada canal da mesa. Insert insero uma conexo P10 estreo para o sinal sair do canal, ser processado e voltar para o mesmo lugar pelo mesmo conector.

Processadores como os compressores, os noise gates e os equalizadores so conectados ao insert do canal da mesa.

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O insert usa um cabo em Y. Na outra extremidade do cabo as outras duas pontas P10 mono so ligadas ao processador, uma entrada e a outra sada. O som do canal que estaria endereado para um subgrupo ou para o mster desviado inteiramente para uma das vias do cabo de insert.

Na outra ponta, o sinal entra no processador por um plugue P10 mono, processado e sai por outro plugue P10 mono do mesmo cabo, pela contra-mo, voltando ao canal pela outra via do mesmo plugue P10 estreo e seguindo seu ruma da por diante em direo ao mster ou ao subgrupo. A ponta do cabo que tem o plugue estreo no para som estreo: as duas vias de sinal so usadas, uma para sada da mesa e outra para entrada retorno.

Quando preferimos deixar o processamento s para a monitorao e a mixagem, usamos o insert do canal de retorno da gravao. Podemos usar inserts dos subgrupos e dos canais mster para um processamento coletivo de um grupo de canais ou de toda a mixagem, como, por exemplo, quando usamos um equalizador grfico no mster para adaptar o som dos monitores ao espao fsico.

No caso de canais estreo, usamos dois cabos de insert, o esquerdo e o direito. Certos instrumentos devem ser gravados j processados em definitivo, outros podem ser melhor tratados na mixagem.

A guitarra e o baixo eltrico costumam ser gravados com os timbres j equalizados, embora ainda possamos ajust-los de novo na mixagem. Certos efeitos da guitarra so gravados junto com ela, como o distorcedor, o chorus, o flanger e outros.

J a reverberao e o eco podem ser equilibrados com mais segurana na mixagem, para ambientarmos os diversos instrumentos e vozes todos na mesma hora. Gravamos, geralmente, a voz ou instrumento com eco ou reverber fantasma, isto , apenas para monitorao. No exagere ao usar processadores. Da mesma forma, um som muito seco ou sem brilho poder parecer artificial em determinados estilos musicais. Ao gravarmos e mixarmos, imaginamos o ambiente desejado para os sons e regulamos os efeitos para criar esse ambiente.

Ouvimos outras msicas, de vrios CDs. Depois, ouvimos de novo nossa mixagem. Mexemos nos.

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Aproveitamos a disponibilidade de tempo que nosso prprio estdio proporciona para experimentar. Tiramos cpias: o nosso produto final. Aula 12 Uma produo, passo-a-passo. Gravar um projeto no computador traz uma infinidade de vantagens em relao s velhas fitas, porm toda essa versatilidade nos impe um novo planejamento da produo. Combinando pistas de udio e MIDI podemos dispor de todos os instrumentos e vozes de que precisamos para nossas msicas, mas esta liberdade no pode se traduzir em mera improvisao.

Vamos, ento, definir os passos de nosso projeto para conhecer os detalhes de sua execuo. Usemos como exemplo uma cano pop com voz, vocais de apoio, violo, guitarras, piano, baixo, bateria, percusso e uma orquestra de cordas ao fundo. No processo tradicional de gravao, isto seria uma produo de bom tamanho. Num estdio de grande porte seriam acomodados os vinte ou trinta msicos da orquestra, os seis ou sete msicos da banda e os trs ou quatro cantores.

Junto a eles, o produtor, o arranjador, o operador e os assistentes. Seriam usadas algumas dzias de microfones atravs de uma mesa de dezenas ou centenas de milhares de dlares e tudo seria armazenado com um ou dois gravadores de rolo de 24 pistas em fitas de duas polegadas.

Este material ento seria mixado em estreo e gravado por outro gravador de rolo de duas pistas em uma fita de meia polegada. Mais tarde, esta fita seria copiada no processo industrial, para a prensagem dos discos numa fbrica. Hoje, esta apenas uma opo, indiscutivelmente mais sofisticada. Mas, com um poder de fogo comparvel, milhares de estdios caseiros chegam a resultados competitivos. Combinando o seqenciamento dos instrumentos virtuais e eletrnicos samplers e sintetizadores soando como as cordas, o piano, a bateria e.

Seu custo pode chegar a menos de um por cento do investimento em um estdio de udio de grande porte. E como vamos realizar a faanha de produzir a tal cano do exemplo com um estdio que mais parece um brinquedo?

Com uma mesinha ou um pr-amplificador de boa marca, um computador atual, uma placa de som para gravao de duas ou mais entradas e sadas de udio e uma entrada MIDI, um controlador MIDI, um par de monitores, os cabos necessrios e um ou dois microfones.

O resto software e conhecimento. Primeiro, vamos programar a bateria no seqenciador do PC, usando os sons de bateria do sintetizador. Para isto, tocamos num teclado ou outro instrumento controlador MIDI. Podemos ainda tocar com o mouse na tela de edio piano-roll.

Gravamos primeiro um esqueleto, quase uma caricatura da msica, mas com a forma e o andamento definidos.

Podemos tambm gravar o som de um violo-guia ou seqenciar um piano-guia, para definir a harmonia, enquanto rodamos um loop ou pattern , que um compasso de bateria que fica se repetindo. Indispensvel, tambm, uma voz guia, que pode ser a sua, a minha ou de qualquer um que conhea bem a letra e a melodia da cano. A partir deste monstrengo que vamos comear a registrar os instrumentos e vozes a srio.

J temos um roteiro sonoro completo. Agora, s vestir a cano com os instrumentos e as vozes do arranjo. Vamos gravar o som das vozes, do violo e da guitarra, fceis de captar e difceis de seqenciar. O baixo pode ser gravado ou seqenciado. E vamos seqenciar a bateria, o piano e a orquestra de cordas, que so instrumentos de captao complexa, cara e que, bem seqenciados, podem soar muito bem em vrios estilos musicais. Feito o planejamento e o esqueleto inicial, o ideal comearmos programando a bateria.

Assim, demarcamos as partes da msica. Depois, acrescentamos os instrumentos de harmonia funcional, como piano, violo e guitarra. O baixo, neste caso, pode ser feito aps a gravao de outro instrumento harmnico. Seqenciar um baixo eletrnico ou gravar o udio do baixo eltrico depende do estilo e da convenincia. Em seguida, gravamos a voz principal, os vocais de apoio e, por fim, os solos e efeitos de acabamento.

Qualquer pista. As pistas-guia gravadas preliminarmente com a harmonia e a voz vo sendo apagadas medida que gravamos as verses definitivas desses instrumentos e vozes. A seguir, editamos todo esse material, tanto as pistas de udio quanto aquelas com a programao MIDI.

Assim, otimizamos as performances instrumentais e vocais, dando um grande realce s interpretaes. Trabalhando geralmente num s programa, o produtor tem ali todos os recursos de gravao e processamento do udio, bem como de seqenciamento e edio dos eventos MIDI. A mixagem, hoje, quase sempre realizada na mesa virtual, operada pelo mouse ou por superfcies de controle. Ela pode e deve ser precedida da etapa da edio, onde vamos corrigir todos os erros de gravao, limpar rudos, passar o MIDI para udio e otimizar as pistas para a mixagem.

Passamos depois etapa de masterizao, com o acabamento final do material estreo, e gravamos o CD no prprio computador. Preliminares de uma produo. A mais bela das msicas precisa passar por um perodo em que mais parece um Frankenstein ou uma caricatura de si mesma. Como em toda arte, preciso fazer um esboo do que pretendemos criar e registrar.

No artigo anterior, vimos a necessidade de traar um roteiro sonoro antes de comear a gravar as pistas de udio e MIDI de nosso projeto.

Vejamos aqui como gravar as pistas-guia, que serviro como referncia rtmica, harmnica e meldica de toda a produo. No processo tradicional de gravao, ou gravaramos de uma vez toda a base instrumental ou comearamos pela cozinha, a gravao da bateria e do baixo. Acontece que gravar uma bateria acstica costuma sair mais caro que todo o resto do investimento num home studio. Mesmo com alto investimento em equipamentos, quem grava uma bateria com pouca experincia freqentemente tem dificuldades na captao.

Os problemas mais comuns so timbres pouco definidos e vazamentos de som, que tornam difcil a etapa da mixagem. Com exceo dos estdios caseiros mais avanados e dos que pertencem a bateristas, a maioria usa sons eletrnicos seqenciados bateria eletrnica em vez de gravar uma bateria acstica.

Muitas vezes, eles obtm excelentes resultados, desde que sejam usados bons timbres e a bateria seja programada com criatividade e conhecimento de causa.

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O uso de bateria programada permite gravarmos os demais sons na ordem maisconveniente. No existindo necessidade de gravar baixo e harmonia junto com a bateria, podemos gravar as pistas na ordem que quisermos. Comeamos, ento, com um loop trecho repetido em ostinato com a levada bsica da msica, o suficiente para definirmos o ritmo, a harmonia e a forma da cano.

Muitas vezes, basta seqenciar um compasso com bumbo, caixa e contratempo ou hihat , que ser repetido ao longo da msica atravs de comandos to simples como copiar e colar. Podemos usar os sons de um sampler, um sintetizador ou uma bateria eletrnica,tocando em qualquer tipo de controlador MIDI, como guitarra, sopro, teclado ou uma bateria trigada, com sensores e conversores.

Em nosso exemplo, estamos usando um teclado controlador mudo e os sons so gerados por diversos programas, os instrumentos virtuais,que j devero estar instalados no computador.

Ligamos a sada out do teclado na entrada in da placa. Se usarmos um teclado com sons, como um sintetizador, trabalhamos com a funo MIDI Local do teclado desligada ou em off.

Usamos um programa que contenha seqenciador MIDI e gravador multipista de udio. Capitando os sons. A partir do registro udio ou MIDI de uma bateria e um instrumento de harmonia, como piano ou violo, podemos gravar logo o baixo eltrico.

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Ele pode ser plugado direto a um canal da mesa ou ser primeiro pramplificado, mas sempre ligado em linha, isto , no microfonado. O volume do baixo fica no mximo. O violo usar o mesmo microfone com que o estdio capta voz, plugado a um canal da mesa, de preferncia por cabo balanceado e conector Cannon ou XLR.

Que ningum se engane: a boca do violo uma sada de ar e no de som. Quem produz o som, pondo o ar do ambiente para vibrar, como uma membrana, o tampo do instrumento. Portanto, o tampo que vamos microfonar, geralmente atrs do cavalete, talvez um pouco para baixo. Cada violo tem um som, afetado pela temperatura, umidade e outros fatores. Ento, aproveitamos a folga de tempo que s um estdio prprio fornece e experimentamos a posio ideal do microfone cada vez que vamos gravar um instrumento.

A guitarra um caso mais complexo. Ela um dos instrumentos mais difceis de captar.

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Ligada mesa em linha, muitas vezes soa artificial, como um zumbido. O som de um guitarrista produzido pela guitarra, a pedaleira de efeitos, o amplificador e os alto-falantes. Ento, captamos um dos alto-falantes com um microfone dinmico, como o Shure SM Ele fica meio inclinado, apontado perpendicularmente para o meio de um raio do cone do altofalante.

A posio ideal do microfone ser aquela que soar melhor aps experimentarmos vrias opes e ouvi-las. Enviaremos imediatamente uma licença para download assim que tenha feito morphoedr compra deste produto. A Thomann utiliza cookies para lhe proporcionar a melhor experiência possível nas suas compras. Vistos recentemente Elektron Model: Guias online Morphoxer More people than ever are now convinced of the advantages of plug-ins.

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